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Jovens Online em Cristo

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segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Mensagem do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, para o Dia Internacional da Juventude.

Mensagem do Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, para o Dia Internacional da Juventude.


“Mudar nosso Mundo” é mais do que o tema do Dia Internacional da Juventude deste ano, é uma inspiração para todos os jovens em todos os momentos.

Muitos dos mais de um bilhão de jovens do mundo não têm a educação, a liberdade e as oportunidades que merecem. No entanto, apesar dessas limitações – e, em alguns casos, por causa delas – jovens estão se mobilizando em grande número para construir um futuro melhor. Ao longo do último ano, eles conquistaram resultados impressionantes, derrubando ditaduras e enviando ondas de esperança entre as regiões e ao redor do mundo.

Os jovens são dotados de mentes abertas e uma percepção aguçada das tendências emergentes, e estão levando suas energias, ideias e coragem para alguns dos mais complexos e importantes desafios enfrentados pela família humana. Eles frequentemente entendem melhor do que as gerações mais velhas que as diferenças religiosas e culturais podem ser superadas para alcançar nossos objetivos compartilhados. 

Eles estão se levantando pelos direitos das pessoas oprimidas, inclusive daqueles que sofrem com a discriminação baseada em gênero, raça e orientação sexual. Eles estão enfrentando questões sensíveis a fim de parar a propagação do HIV. E eles são muitas vezes os principais defensores da sustentabilidade e dos estilos de vida verde.

A comunidade internacional deve continuar trabalhando em conjunto para expandir as oportunidades para estes jovens homens e mulheres, e responder às suas demandas legítimas por dignidade, desenvolvimento e trabalho decente. Deixar de investir em nossa juventude é uma falsa economia. Investimentos em jovens pagarão grandes dividendos em um futuro melhor para todos.

Este Dia marca o fim do Ano Internacional da Juventude, um marco na advocacia global pelo e para os jovens do mundo. Minha esperança é de que esta experiência possa agora fornecer um fundamento para aprofundar ainda mais o aproveitamento do talento e da energia dos jovens. Para eles eu digo: vocês têm a oportunidade de mudar o mundo. Aproveitem-na.

"O jovem não é indiferente" - PJE no Jornal Mundo Jovem‏

"O jovem não é indiferente" - PJE no Jornal Mundo Jovem




Tábata Silveira dos Santos
     Como é ser jovem e ser estudante em nossos dias? Em 2002 a Pastoral da Juventude propôs a Semana do Estudante.
     A ideia é trazer para o centro da escola e do espaço do jovem o debate sobre a educação, os grandes anseios da vida do estudante que se refletem na sociedade e relacionar todas as discussões estudantis com a realidade social. Conversamos com a jovem Tábata Silveira dos Santos.

Tábata Silveira dos Santos,
estudante de Direito, militante do movimento estudantil, ex-secretária e articuladora da Pastoral da Juventude Estudantil.
Endereço eletrônico:  tabatapje@yahoo.com.br

Mundo Jovem: O que é ser jovem hoje?
Tábata Silveira: Para saber quem é o jovem é preciso um esforço, pois não é um conceito estagnado. Tudo está em movimento e vários fatores vão interferir. Por um lado, objetivamente falando, o jovem é desempregado ou mal empregado, sofre muita violência, há um grande número de jovens encarcerados, é estigmatizado pela sua condição de ser jovem, há uma sensação de desconfiança etc. E subjetivamente falando, o jovem se sente muito cobrado para produzir resultados, para ser alguém que nem sempre é o que ele deseja ser. E a reação a isso pode resultar numa certa passividade. Não é uma inércia total, mas uma resposta a uma ação externa.

Mundo Jovem: Como é ser jovem estudante?
Tábata Silveira: Penso que ser jovem estudante hoje é estar condicionado por uma espécie de disputa ideológica. Porque temos uma preocupação forte com o futuro. E sinto que o nosso futuro é disputado por forças: por um lado, o mercado de trabalho e, em alguns casos, a nossa família nos pressionando para que trabalhemos. E, por outro lado, temos um monte de sonhos, de vontade de ser o que de fato somos, vontade de seguir os nossos desejos. Ainda temos a televisão e as ferramentas desse sistema que vão nos condicionando a ser aquilo que não queremos ser.

     Outra coisa do ser estudante é que a escola nos impõe uma condição apenas de aprendiz, sem possibilidade de intervir. Somos considerados objetos da educação e não sujeitos dela, por mais que existam estudantes que se movimentem contrariamente a isso. Existem, sim, jovens que se organizam por uma educação diferente, mas sabemos que a massa estudantil de fato aceita a realidade da escola assim como ela é.

Mundo Jovem: Como o jovem gostaria que fosse a escola?
Tábata Silveira: Hoje, estudar é um dever, não é só um direito. Ser obrigado a ir à escola pode parecer chato quando significa entrar para a máquina e fazer parte da esteira dos iguais. Desde o golpe militar de 1964, temos um modelo de escola igual. Talvez nos últimos anos as escolas tenham andado alguns passos. Mas ainda não se promove o encontro, a partilha do saber... as coisas legais que gostaríamos de saber e de ser.

     Há uma tentação de acreditar que todos são iguais e que o jovem não pode nos dar esperança. Mas quando chegamos junto com os jovens, encontramos uma realidade bem diferente do que a televisão mostra. Porque o jovem é criativo, tem uma capacidade fantástica de inventar e surpreender. Não que o jovem seja a grande esperança do mundo; a humanidade inteira deve ser esta esperança. Porém essa discussão serve para reconhecermos o jovem como sujeito capaz de criar. O adulto deve romper com estes muros de achar que só ele detém o lado certo das coisas, e oportunizar ao jovem a sua capacidade de criar.

Mundo Jovem: A escola valoriza as culturas juvenis?
Tábata Silveira: De um modo geral, os estudantes não são convidados a trazer a sua cultura para a escola. Parece que estudamos uma cultura abstrata, que está pairando sobre a realidade da escola. Mas temos avançado, especialmente na escola pública, no sentido de poder acessar políticas públicas e ter mais presente a realidade das comunidades de onde vêm nossas origens. Esta é a proposta da Semana do Estudante: viver e acessar essas raízes da resistência e da diversidade cultural. Ainda se convive muito com o racismo, com a intolerância entre as diferentes culturas. E a escola, apesar de ser invadida pelos meios de comunicação, é um espaço privilegiado de acolher culturas, de aprender com o diferente, de se ver no outro, de ajudar o jovem a se encontrar e também a perceber que o Brasil é muito mais do que aquilo que a televisão mostra.

Mundo Jovem: É possível comparar o jovem de hoje com o dos anos 1960/70?
Tábata Silveira: O contexto é outro. Naquela época, o contexto era mais instigante, porque o inimigo era muito claro. Existia uma lógica mundial de ditaduras e de opressão ao Sul do mundo. Então, havia uma luta pela libertação, contra o Norte. Eu acho que essa confusão que se tem hoje, essa tentativa pós-moderna de colocar na cabeça do jovem que é tudo muito incerto, e que não necessariamente se devam fazer lutas, causa um certo mal-estar.

     Acredito que o movimento estudantil, mais do que nunca, tem um papel fundamental no sentido de romper com a ideia de que a educação deve estar a serviço do sistema que oprime a maioria. Mas é importante dizer que o movimento estudantil, além desse desafio maior, tem lutas específicas.

Mundo Jovem: Quais são essas lutas?
Tábata Silveira: Na universidade, há uma luta pela inclusão racial e social no Ensino Superior, que são as cotas. Apesar de ser uma lei já aprovada, ainda é um problema que requer reconhecimento. Há também a questão da mulher nos espaços de educação. Na verdade, a pauta do dia é contra as opressões, contra a homofobia, contra o machismo, contra o racismo.

     A questão da ecologia também está presente, apesar de ser uma pauta confusa, porque o meio ambiente está sendo afetado pelo sistema capitalista, todos sabem, e o jovem tem se indignado muito com isso, mas não tem alguém para ser “atacado” diretamente. É uma luta difusa e impessoal. Todos sentem que devem fazer alguma coisa, mas ninguém faz.

Mundo Jovem: E há resultados dessas lutas?
Tábata Silveira: Eu entendo que um grande desafio para o movimento estudantil é repensar a sua forma. O problema é o método, não é o conteúdo. E nesse sentido os resultados poderiam ser bem maiores. A cultura é um caminho de diálogo com o próprio estudante. Os grandes atos, as grandes manifestações que acontecem hoje em dia não conseguem agregar tanta gente e por isso são poucas vozes gritando, e que correm o risco de serem ridicularizadas pelos colegas. Transitando pelas escolas e universidades, o que se percebe é a questão da forma do movimento estudantil. Como é que vai fazer para dialogar com os estudantes para ser real e cumprir o seu papel, que é organizar os estudantes para lutarem por uma sociedade diferente?

Mundo Jovem: Então não dá para dizer que o jovem de hoje é indiferente?
Tábata Silveira: Não dá para dizer que o jovem é indiferente. Existe a tentativa de construir essa ideia de que o jovem é apático. Nas avaliações que as Pastorais da Juventude têm feito, a conclusão é que o jovem se incomoda muito porque sofre diretamente as consequências do sistema capitalista. E não tem como uma pessoa que sofre muito ser apática. Ser indiferente é não perceber que as coisas estão acontecendo. A dificuldade que existe é encontrar meios de organização.

     O jovem sente na própria pele, pela violência que existe hoje, principalmente nas periferias, a questão da discriminação, a dificuldade de conseguir emprego. Apesar de as estatísticas mostrarem que o índice de desemprego está diminuindo, parece que há uma certa desconfiança com relação ao jovem.

Mundo Jovem: A internet pode contribuir nas lutas do jovem?
Tábata Silveira: É evidente que a juventude é fortemente atraída pelas tecnologias, pela possibilidade de se comunicar através do computador. E eu acredito que isso é a manifestação de uma resposta a uma pergunta que nos fazemos: quem somos? A internet parece conceder esta liberdade para sermos exatamente o que somos. Podemos selecionar as melhores fotos para que as pessoas nos vejam do jeito que queremos ser vistos. Acho importante o jovem poder se projetar numa perspectiva ideal.

     Por outro lado, a internet traz o aspecto de que nos distancia fisicamente uns dos outros. E para a questão central do estudante, que são suas lutas, a internet é uma ferramenta limitada. Dá para dizer que a internet pode contribuir, mas nada consegue substituir o espaço de debate, de construção coletiva presencial.

Mundo Jovem: É possível mudar a realidade? Que caminhos trilhar?
Tábata Silveira: Os partidos políticos identificados com os movimentos sociais têm muitas pautas urgentes, muitas bandeiras. Há a questão da ecologia, questões raciais, das mulheres, dos trabalhadores etc. E quando se olha para essa diversidade de bandeiras, a sensação para quem é militante de movimento estudantil e de pastoral é de que a luta é dispersa, não é unida. Há uma luta, mas parece que não se sabe especificamente contra o que se está lutando. E isso dificulta a mudança. Por outro lado, há um pressuposto para a mudança. Paulo Freire dizia que é preciso acreditar que é possível mudar.

     Penso que podemos nos inspirar na forma de viver indígena, de sentar na roda, de um não ser mais do que o outro, de se compreender como se fosse uma grande família. Dessa forma, é possível traçar um projeto comum e caminhar lutando para que ele aconteça.

     Então, primeiro, acreditar que é possível mudar; depois, buscar uma unidade entre os movimentos. Se continuarmos numa postura de cada um lutar pelas suas bandeiras, caminharemos cada vez mais para o individualismo, que é totalmente contrário ao projeto de sociedade mais justa. E quando se fala na possibilidade, é importante lutar a partir do lugar onde se está. Quem está na escola, deve lutar dentro dela, sem esperar ficar maior de idade para entrar para a política etc. Quem já está trabalhando, pode lutar por um salário mais justo, pensar num sentido de trabalho humanizador. Todo o espaço é legítimo para a luta.

confira mais em: www.mundojovem.com.br 

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

A JUVENTUDE E A SUPERAÇÃO DA MISÉRIA[1]


Seguem algumas pontuações sobre Juventude e Superação da Miséria! 
Uma provocação ao debate.
Abraços, 
Felipe da Silva Freitas
Cel.(55-75) 8811-7861
E-mail:fsfreitas_13@yahoo.com.br


A JUVENTUDE E A SUPERAÇÃO DA MISÉRIA[1]

Por Felipe da Silva Freitas[2]

A pobreza extrema persiste como desafio a ser enfrentado no Brasil. Apesar dos avanços dos últimos anos – 28 milhões de brasileiros saídos da pobreza e 36 milhões ingressos na classe média – o país permanece com escandalosos números de pessoas vivendo com menos de setenta reais por mês (pobreza extrema) e com índices de desigualdade cruéis, revelados pelo descompasso entre os crescentes lucros de alguns (especialmente as elites financeiras) e as políticas tímidas referidas aos segmentos sociais mais pobres.
Conforme números do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), largamente divulgados nos últimos meses por causa do lançamento do programa Brasil Sem Miséria apresentado pelo Governo Federal, 16 milhões de pessoas vivem em pobreza extrema no Brasil sendo que 59% estão concentrados na Região Nordeste - 9,6 milhões de pessoas; 51% com idade até 19 anos e 71% são negros (pretos e pardos). Em outras palavras, a miséria no Brasil é negra e nordestina, concentrando-se entre crianças e jovens!
No entanto, apesar da evidência com que se pode diagnosticar o recorte etário, racial e regional da pobreza no país o histórico das políticas públicas dirigidas para superação da miséria revela uma série de reticências, especialmente no que tange às políticas públicas de juventude. Persiste uma abordagem com forte tendência ao universalismo e a imprecisão no planejamento, que, no conteúdo, oscila entre a transferência de renda, a capacitação profissional e a intermediação de mão de obra para serviços mal remunerados, quase sempre sem articular estas dimensões na perspectiva da emancipação – individual e coletiva – e do fomento à construção de outro modelo de desenvolvimento, em diálogo com os desejos e as contribuições dos(as) jovens.
A superação da miséria no meio juvenil não prescindirá de eficientes políticas de qualificação profissional, inclusão produtiva, ampliação dos serviços públicos e programas de transferência de renda. No entanto, só será possível se falar em conquistas reais e sustentáveis neste campo na medida em que conseguirmos, além destas iniciativas, executar ações voltadas para democratização do estado, combate as estruturais desigualdade econômicas,  empoderamento político e social dos jovens na perspectiva da construção de outro modelo de sociedade e, sobretudo, ações do Estado junto aos mais pobres, em franca oposição aos preceitos do famigerado receituário neoliberal.
As experiências locais de incentivo a comunicação democrática e comunitária, o apóio a formação de grupos juvenis segundo interesses e afinidades de cada segmento, o estímulo à economia popular solidária, as ações de combate ao racismo institucional, o fortalecimento aos programas de reforma agrária e urbana, são alguns exemplos de ações que podem ter grande contribuição no combate à pobreza extrema no meio juvenil.
Mais do que agregar o jovem ao que está dado como única possibilidade de inclusão trata-se de superar a ditadura do pensamento único e dialogar, com o jovem, sobre qual o seu projeto para sua própria vida, para sua comunidade e para todo o país. Só em uma sociedade democrática é possível superar a miséria e promover desenvolvimento equitativo e solidário, mais do que justiça social, trata-se de outro mundo urgente, possível e necessário, sem dúvida, uma grande pauta para juventude brasileira.


[1] O presente texto é uma contribuição ao debate formulado pelos artigos: “A Miséria do Brasil e o Brasil Sem Miséria”, de autoria do Prof. Jocivaldo Anjos, e, “A Utopia da Miséria”, escrito pelo Prof. Sérgio São Bernardo.

[2] Felipe da Silva Freitas, 23, bacharel em direito e assessor da Coordenação de Políticas de Juventude da Secretária de Relações Institucionais do Governo do Estado da Bahia

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Na difusão da Cultura do Pará, ajude-me nesta promoção!‏

Olá, inicialmente, isto não é vírus!
Estou concorrendo a Promoção Cultural do Terruá Pará.
Para ser breve, gostaria de contar com o seu voto para participar.
Basta ter twitter e acessar ao link:
http://www.terruapara.com.br/?p=1097

Simples, fácil e rápido! rsrs
Conto com seu voto. Pela vida da Juventude,

EDUARDO SOARES (Eduardo da Amazônia)
Articulador de EduComunicação - Pastoral da Juventude | Arquidiocese de Belém/Pa.
Jovens + Pará | Rede Nacional de Adolescentes e Jovens Vivendo com HIV/Aids - Pará.

Celular: (91) 82418674 - MSN/E-mail e Orkut: eduardopaidegua@hotmail.com
Blog: www.EduardodaAmazonia.blogspot.com - Twitter e Facebook: Eduamazonia
"Pai-nosso revolucionário, parceiro dos pobres, Deus dos oprimidos!"

Pastorais repudiam a violência do DCE da PUC-RS‏

REPÚDIO À VIOLÊNCIA DO DCE DA PUC-RS


Carta das Pastorais da Juventude do Brasil em repúdio à violência promovida pelo DCE da PUC-RS

Brasil, 14 de junho de 2011.

Nós, militantes das Pastorais da Juventude do Brasil (PJ, PJMP, PJR, PJE) manifestamos a nossa solidariedade aos companheiros e companheiras estudantes da PUC-RS que lutam por eleições democráticas e transparentes para o DCE desta Universidade, que foram agredidas/os covardemente por membros desta organização estudantil e também o nosso repúdio por este episódio de violência. 
O fato ocorreu na noite do dia 13 de junho de 2011, PUC-RS, quando três estudantes, entre elas Tábata Silveira, militante da Pastoral da Juventude Estudantil, foram agredidas ao protestarem pela ausência de legitimidade do processo eleitoral para o 52º Congresso da UNE. Desde a semana passada, estudantes da PUC-RS vêm se mobilizando para denunciar as fraudes no processo eleitoral do CONUNE, como a impugnação de três chapas, e as agressões físicas e verbais contra mulheres e estudantes, episódios todos praticados pela atual gestão do DCE. 
O ato criminoso por parte do DCE, a omissão e conivência dos seguranças da universidade é mais uma expressão de violência contra a mulher. Como mostra o vídeo (http://bit.ly/jCXRtw), Tábata e as demais estudantes foram agredidas fisicamente e verbalmente, de forma covarde.
Em sintonia com a Campanha Nacional Contra a Violência e Extermínio de Jovens, repudiamos este ato desumano, machista e humilhante.  Somos contra qualquer tipo de ação violenta, que inferiorize, que humilhe, que exclua, que cause sofrimento na mulher e no homem. Somos a favor de uma realidade de VIDA, de respeito mútuo, de transformação social.

POR DEMOCRACIA E TRANSPARÊNCIA NO DCE PUC-RS!
CHEGA DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER!
CHEGA DE VIOLÊNCIA E EXTERMÍNIO DE JOVENS!
             

Repudio ao DCE PUCRS‏


Nota sobre os últimos acontecimentos na PUC-RS

    O Coletivo Barricadas Abrem Caminhos sempre pautou no movimento estudantil valores como o respeito, solidariedade e princípios democráticos no cotidiano da nossa militância, construindo assim um movimento estudantil combativo na luta por democracia e autonomia nos espaços da militância e fora deles.
    Por isso é princípio nosso a luta intransigente contra toda e qualquer forma de opressão e a defesa de um movimento estudantil democrático e autônomo a partidos, reitorias e governos. Pautamos também práticas que fomentem a construção cotidiana de um movimento plural, democrático, que trabalhe as divergências, mas que acima de tudo tenha respeito e dignidade nas ações e na relação da disputa política.
    A partir disso, expressamos através desta nota todo o nosso repúdio ao DCE da Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS) e suas ações antidemocráticas que vem sendo feitas no cotidiano do movimento estudantil da PUC-RS, especialmente as que estão envolvendo a tiragem de delegados para o Congresso Nacional de Estudantes da UNE, o CONUNE. Desde o início este processo vem sendo denunciado por vários setores que compõe o movimento estudantil porto-alegrense como completamente antidemocrático. O DCE vem cerceando a liberdade dos estudantes de participarem livremente das eleições, seja impedindo que se candidatem em chapas de oposição ao grupo que coordena o Diretório, seja dificultando - como ontem se demonstrou - o acesso dos estudantes às urnas.
As mulheres foram vitimas em especial nesse processo principalmente por se colocarem a frente dele, condição que na nossa sociedade não é aceita e nem esperada.  O que podemos ver, em todo este processo, são agressões sexistas por parte de membros do DCE PUC-RS que culminaram no ataque a duas estudantes na noite de ontem.Sofreram violência física e a todo momento era intimidadas, inclusive sofrendo ameaças de estupro para que se calassem e não levassem a luta adiante. Repudiamos as atitudes machistas do DCE da PUC-RS e nos colocamos não apenas no combate a essas ações truculentas mas a toda forma de opressões.
Expressamos nosso horror as agressões cometidas por membros do DCE a estudantes que participavam do processo do CONUNE na universidade, comprovando que nesta universidade, agressões e violências em geral são práticas cotidianamente cultivadas por esta que deveria ser a entidade máxima de representação da universidade.
    Exigimos ainda a intervenção por parte da reitoria no processo, no sentido de punir os agressores e encerrar os processos contra as/os militantes agredidos. Esperamos que cenas como as ocorridas nessa segunda-feira nunca voltem a ocorrer, e que os estudantes da PUC-RS finalmente sejam representados de maneira correta por seu Diretório Central de Estudantes. Julgamos fundamental que todos os setores do movimento estudantil, e os demais movimentos ligados à educação, repudiem o processo que vem ocorrendo há 20 anos na PUC.
    Portanto, por se tratar de um processo que responde a União Nacional dos Estudantes, exigimos também a intervenção da diretoria da mesma e da CNECO do CONUNE para que o processo seja averiguado, e a partir de constatado a existência das irregularidades, que seja refeito o processo respondendo aos anseios por democracia dos estudantes da PUC-RS.

    Machismo e autoritarismo, não passarão!
    Resistência aos estudantes combativos da PUC-RS!
    Fora DCE PUCRS!

Coletivo Barricadas Abrem Caminhos, 14 de junho de 2011
barricadas.org

segunda-feira, 13 de junho de 2011

2ª Conferência Nacional de Juventude inicia etapas preparatórias‏

A 2ª Conferência Nacional de Juventude, que tem como lema “Conquistar Direitos, Desenvolver o Brasil!” deu inicio, na última quarta-feira, 1º de junho, ao calendário de etapas municipais, territoriais e livres. A partir deste dia até 31 de agosto, serão realizadas as conferências municipais, regionais e territoriais. Já as conferências livres acontecerão até 30 de setembro.
Estão na pauta dos trabalhos das conferencias os temas: I – Juventude: Democracia, Participação e Desenvolvimento Nacional; II – Plano Nacional de Juventude: prioridades 2011-2015; III – Articulação e integração das políticas públicas de juventude. O debate levará em consideração a realidade de cada estado, município, território e das entidades organizadoras.
As etapas livres podem ser realizadas presencial ou virtualmente em âmbito municipal, estadual, territorial ou temático, mas não elegem delegados. Já as etapas municipais, regionais e territoriais, além de eleger os delegados, aprovam resoluções para a fase subseqüente.
Para Severine Macedo, secretária nacional de Juventude, as etapas que antecedem o encontro nacional são espaços importantes de construção coletiva entre a sociedade civil e o governo. “Esperamos ter a participação de um grande número de municípios, movimentos e territórios para potencializar a formulação da Política Nacional de Juventude.” afirma Severine.
Mais informações sobre a Conferência podem ser obtidas no site do Conselho Nacional de Juventude (Conjuve) www.juventude.gov.br , pelo telefone: (61) 3411.3568 ou pelo email conferencia.juventude@planalto.gov.br 


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Amigos e Amigas

Encaminhamos para vocês a versão final do Reflexões sobre a Política Nacional de Juventude 2003-2010.
 
É um relatório sobre as políticas e programas voltados para a juventude, desenvolvidos pelo Governo Brasileiro no período citado.
 
O documento foi produzido pelo Conselho Nacional de Juventude – CONJUVE. É uma importante referência para debater políticas públicas de juventude no nosso país.
 
 
Atenciosamente,

Luis Duarte Vieira

Lançada oficialmente a 2ª Conferência Nacional de Juventude



A 2ª Conferência Nacional de Juventude foi lançada oficialmente nesta segunda-feira (7/6), no Palácio do Planalto, pela Secretaria Nacional de Juventude, vinculada à Secretaria-Geral da Presidência da República, e pelo Conselho Nacional de Juventude (Conjuve).O processo da Conferência já está acontecendo em diversos estados e municípios, com a formação das comissões que vão organizar as etapas preparatórias para o encontro nacional, agendado para o período de 9 a 12 de dezembro, em Brasília.
O evento contou com a presença do ministro da Secretaria-Geral (SG), Gilberto Carvalho, do secretário executivo da SG,Rogério Sottili, da secretária nacional de Juventude, Severine Macedo, da presidente da comissão organizadora da Conferência, Ângela Guimarães, e do presidente do Conjuve, Gabriel Medina, além de parlamentares federais e estaduais, gestores de juventude e representantes de movimentos sociais e juvenis.
Na abertura do evento, o ministro Gilberto Carvalho ressaltou os esforços da SNJ e do Conjuve para realizar a 2ª Conferência Nacional de Juventude que, segundo ele, não deve ser vista como o objetivo final. O encontro deve ser um instrumento para o exercício pleno da cidadania, assegurando a participação da juventude na construção de uma política que permita ao jovem cumprir o lema “conquistar direitos e desenvolver o Brasil”, proposto para a Conferência. Gilberto afirmou, ainda, que a conquista definitiva dos direitos juvenis não beneficiará apenas esse público, mas toda a sociedade, aumentando as chances de o país crescer com mais justiça e equidade.
A secretária Severine Macedo, a presidente da comissão organizadora da Conferência, Ângela Guimarães, e o presidente do Conjuve, Gabriel Medina, também destacaram a importância da nova Conferência para fortalecer a
política juvenil, que deve definir claramente quais são os direitos dos jovens e criar instrumentos que garantam o seu cumprimento pelos governantes, em nível federal, estadual e municipal. Nesse sentido, eles destacaram a importância dos parlamentares aprovarem o Plano Nacional e o Estatuto da Juventude, em tramitação na Câmara dos Deputados.
Presente à cerimônia, a senadora Lídice da Mata (PSB/BA), lembrou que embora a Constituição de 88 não tenha consagrado o jovem como sujeito de direitos, a Carta Magna assegurou a participação política desse público, permitindo-lhe o voto a partir dos 16 anos. A senadora ratificou a relevância da 2ª Conferência Nacional de Juventude, que acontece sob novo cenário e novos desafios, incluindo temas priorizados na gestão da presidenta Dilma Rousseff, como é o caso da educação e da erradicação da extrema pobreza. Dois itens, segundo ela, que marcaram a luta juvenil da sua geração e continuam se destacando como princípios da juventude atual.
Para Ismênio Bezerra, do Fórum de Gestores de Juventude, os parlamentares têm um papel fundamental nesse processo, incentivando a realização das etapas preparatórias no maior número possível de estados e municípios. Ismênio destacou que o grande desafio do governo federal é romper o ciclo de pobreza que sempre marcou a trajetória do país e que afeta, também, a juventude brasileira. A  onferência tem, portanto, a tarefa de inserir os jovens nesse debate, respeitando a rica diversidade que marca o segmento.
Mais informações sobre a Conferência podem ser obtidas junto à Comissão Organizadora Nacional, pelo email conferencia.juventude@planalto.gov.br, pelo sitewww.juventude.gov.br ou pelo telefone (61) 3411.3568

sexta-feira, 20 de maio de 2011

18 de maio: Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes‏

18 de maio: Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes


O Brasil, há 11 anos, considera o dia 18 de maio como o Dia Nacional de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, um símbolo da luta contra este tipo de violência.
A data foi escolhida por conta de um crime ocorrido em 18 de maio de 1973, quando Aracelli Cabrera, de nove anos, foi brutalmente molestada e assassinada em Vitória-ES.
A data, criada pela Lei 9970/2000, tem o objetivo de mobilizar e convocar a sociedade brasileira a se engajar no enfrentamento à violência sexual de crianças e adolescentes, bem como na defesa dos seus direitos.
Apesar de o Brasil ter promulgado, há 21 anos, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), o país ainda tem um longo caminho de lutas para percorrer, como sustenta a Conselheira Federal de Psicologia Sandra Amorim “O enfrentamento à violência sexual requer, portanto, o compromisso e responsabilidade social de todos a fim de se criar um novo olhar e uma nova forma de relações entre adultos e crianças e adolescentes”.

A Secretaria Estado de Trabalho e Assistência Social (Setas) em comemoração ao Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (18 de maio) promove mobilização de toda a sociedade para este tema. Na Capital os Centros de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) farão palestras que acontecerão durante todo o dia para as comunidades locais.
A Setas disponibilizou a arte para confecção dos panfletos e haverá panfletagem continua depois das 10h30 em frente à Escola Joaquim Murtinho. Os panfletos trazem informações sobre como tratar a vítima de abuso, o que deve ser observado no comportamento e para onde ligar para fazer a denúncia.
Denúncias
Somente este ano, o SOS Criança recebeu 97 denúncias de crianças ou adolescentes vítimas de abuso sexual em Mato Grosso do Sul. No mesmo período forma 92 ocorrências do tipo. A coordenadora do SOS Criança, Marli Tonete, afirma que são casos que surpreende, pois onde as crianças deveriam estar protegidas são os lugares onde mais ocorrem situações de abuso. “São pais que transforma suas filhas em mulheres, mães que são coniventes com essa situação, casos bem difíceis”, relata.
A população conta com o Disque Denúncia Nacional de Abuso e Exploração Sexual contra Crianças e Adolescentes (número 100), que funciona como um canal de comunicação da sociedade com o poder público, recebendo denúncias. Em seis anos, o Disque 100 registrou mais de 2 milhões de denúncias.
Outros locais também recebem denúncias como o Conselho Tutelar da Região Sul – 3314-6370/3314-6367; Conselho Tutelar da Região Norte – 3314-6371/3314-6366; Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente - 3385-3456.

terça-feira, 17 de maio de 2011

Juventude: tempo e presença‏

Juventude: tempo e presença

"A juventude é uma banda numa propaganda de refrigerante”
(Engenheiros do Hawaii)

Por onde começar? Pergunta que sinaliza para uma das questões fundamentais da juventude nesse tempo moderno: suas decisões ou filosoficamente entendidas como opções. As escolhas fazem parte de nossa condição existencial e na formação da juventude essa é uma das provocações: cheguei até aqui nesse tempo presente e como viverei o que está por vir? São mais perguntas!
Seria aqui importante refletirmos acerca dos projetos de vida desse grupo social. Os horizontes e a expectativas podem fazer parte de suas vivências e experiências nos diversos campos de sua realidade, desde o psico-afetivo até as suas crenças em fenômenos religiosos. Então, como integrar todas as dimensões desses/as jovens às suas capacidades de elaboração e sistematização de seus projetos de vida?

Essa é outra indagação que merece como resposta à derrota de um mundo adultocêntrico, baseado nos referenciais daquele velho conselho que recebemos desde a infância: "quando você crescer... quando se tornar adulto... quando se tornar homem de verdade...”.
O cinema está "repleto” de produções que nos serviriam nesse tempo presente para ilustrar essa posição, basta vermos p. ex. o filme Coraline e o Mundo Secreto, uma animação sobre uma garotinha tratada como pequena adulta pelos pais, a ponto de acreditar num outro mundo no qual os pais a tratem como criança, explicitando dessa maneira a rejeição psíquica em participar de um tempo adulto sem sê-lo.

Outro filme recente, em minha opinião, na contramão do acima citado é a nova versão de Alice no País das Maravilhas (dir. de Tim Burton). A protagonista já na sua tenra juventude, numa sociedade amplamente aristocratizada, prometida em casamento e se preparando para tal, vive uma experiência e "retorna” à sua infância em um mundo maravilhoso. Essa experiência é que a faz retornar ao presente e optar por uma vida sem pretendente e casamento.

Uma das abordagens no cinema atual, a meu ver, representativa do fundamento da escolha, da liberdade, na mesma acepção sartreana da liberdade para a escolha, dentro de determinadas possibilidades. Essa é uma orientação de sentido importante na formação da juventude, de educar-se para o sentido e as possibilidades dentro de seus limites e configurações sociais, de sua realidade concreta e de classe, pois nossos gostos e interesses são aspectos de nossas experiências no conjunto das relações sociais.

O universo adulto pode sim contribuir com a formação de sujeitos jovens emancipados e capazes de pensar suas escolhas e horizontes, inclusive, colaborando com uma formação que contemple perceber a juventude como indivíduos-sociais, e não meramente como indivíduos per si, alimentados pelo desejo de "vencer na vida” e cair no círculo de ferro da alienação e de suas facetas mais modernas: o consumismo e a sociedade do espetáculo, em suas várias nuances como o culto ao corpo sarado, as cirurgias para redução disso ou daquilo, ao emburrecimento de programas como BBBs e conteúdos análogos.

Vale destacar! Um dos caminhos para a negação desses atuais valores "descartáveis” é a opção por projetar e pensar novos horizontes no âmbito do indivíduo-social, até mesmo compreendendo e explicando a juventude como uma parte da totalidade social e não como segmento/grupo/faixa etária isolada de outros de uma mesma sociedade.

A juventude em seu tempo e nas suas condições concretas colabora historicamente nos processos de transformação social – são sujeitos coletivos. E para serem sujeitos tiveram que optar entre a conformação da situação social e a irrupção do processo, basta lembrarmos p.ex. da participação da juventude no séc. XX de revoluções como o Outubro Vermelho (Rev. Russa de 17), o Maio de 68 na França e os/as jovens da Revolução Cubana.

Esses exemplos corroboram para o entendimento da juventude como fruto de seu tempo e presença significativa na produção da ontologia social. Cabe-nos a tarefa histórica de ajudá-la em suas provocações para inquirir do próprio mundo adulto suas certezas e crenças.
Leonardo Venicius Parreira Pr

quarta-feira, 11 de maio de 2011

13 de maio dia do jovem‏

13 de Abril
Ser jovem é ter muita energia e disposição para realizar sonhos, é acreditar que tudo é possível e é acima de tudo lutar por mundo melhor! Jovem é aquele cheio de expectativas, cheio de esperanças, que está na fase de se libertar para descobrir o mundo.
Assim, todo jovem deve ser incentivado a participar da vida política, social e cultural de um país, de um estado ou da região ou cidade em que vive, pois como já diz uma máxima popular: “os jovens de hoje são o futuro de amanhã”. Os jovens precisam ter voz ativa para que possam traçar seu futuro e assegurar sua estabilidade emocional e profissional.
Jovens
A população jovem do mundo hoje equivale a mais de um terço da população do planeta. Por isso, é necessário dar-lhes mais atenção oferecendo novas oportunidades e muitas melhorias, principalmente na educação. Em contrapartida para garantir os seus direitos, o jovem não deve jamais se esquecer que tem o dever de lutar por esses mesmos direitos: saber reivindicar o direito à educação, ao ingresso no mercado de trabalho, à saúde, à segurança nas ruas, à diversão.
Para isso existem vários grupos jovens que trabalham com o protagonismo juvenil na busca de conquistar mais espaço para suas reivindicações a respeito das questões de um estado, país ou mundo melhor. Esses grupos têm desenvolvido muitas políticas afirmativas que atraem cada vez mais jovens que querem se movimentar e ajudar de alguma forma a melhorar o país.
Fonte: Protagonismo Juvenil
Dia do Jovem



 
13 de Abril
Cabe à sociedade preocupar-se com os problemas da juventude - a saber: uso de drogas, doenças sexualmente transmissíveis, alcoolismo, tabagismo, violências, desemprego, baixo rendimento escolar - soluções para dirimilos ou eliminá-los.
Os jovens constituem aproximadamente um terço da população do planeta. É óbvio que eles serão o futuro de cada nação e a solução para os problemas do mundo. Hoje, eles estão atravessando uma fase entre a infância e a idade adulta, entre o mundo da educação e o mundo do trabalho. Amanhã, estarão ocupando as cadeiras do governo, a direção das corporações, o mercado de trabalho. Em vista disso, se faz necessária ao jovem uma formação moral e intelectual que o faça refletir sobre os verdadeiros problemas da vida em sociedade, sobre o exercício da cidadania e que, sobretudo o ajude a encontrar um sentido para a vida.
A educação tradicional tem como principal objetivo a formação integral do educando, mas não oferece disciplinas que preparem os jovens para a vida em sociedade e para o exercício da cidadania. Para minimizar esses problemas, os jovens conscientes e a sociedade têm se engajado no movimento do "protagonismo juvenil", que se relaciona, basicamente, com a preparação do jovem para exercer a cidadania.
Jovens
Esse movimento pode ajudar a juventude em dois aspectos: no desenvolvimento pessoal, em que o jovem "aprende a ser", e na capacitação para o trabalho. "Aprendendo a ser", o jovem desenvolve o senso de identidade e a auto-estima. Passa a ter maior consciência de seu papel no mundo e mais confiança no futuro e em seu potencial.
A capacitação para o trabalho não envolve o conhecimento técnico e sim o desenvolvimento de habilidades no relacionamento com as pessoas. O jovem aprende a lidar melhor com suas potencialidades e limitações, ou seja, aprende a "autogestão", e a integrar-se com o trabalho dos outros, agindo conjuntamente na busca de objetivos comuns.
A juventude é uma fase de experimentação em que valores e convenções estão em jogo. Todo jovem tem o ideal da autonomia, ou seja, ser reconhecido como alguém cuja voz e opinião podem, definitivamente, ajudar a mudar o estado das coisas. Ao estimular essa autonomia intelectual e a participação nos principais problemas de sua comunidade, a sociedade estará formando pessoas capazes de agir e influenciar na vida política, social e cultural de um país, de um estado ou de uma região. Estará, enfim, formando cidadãos mais conscientes e preparados na busca de um futuro melhor para todos.

13 de Abril
O número de jovens existentes no mundo equivale a mais de um terço da população do planeta. Eles precisam não só ter voz ativa para traçar o seu próprio futuro, como também ter assegurado para si uma estabilidade nos seus planos profissionais e de lazer. Isto inclui um meio ambiente saudável, melhorias nos níveis de vida, mas principalmente na educação.
O ideal de vida para um jovem é que ele seja consultado sobre suas expectativas e orientado a partir delas, sendo incentivado a participar da vida política, social e cultural de um país, de um estado ou da região ou cidade em que vive.
Para garantir os seus direitos, o jovem não deve jamais se esquecer que tem o dever de lutar por esses mesmos direitos: saber reivindicar o direito à educação, ao ingresso no mercado de trabalho, à saúde, à segurança nas ruas, à diversão. "A gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte" (grupo Titãs).
Violência preocupa
A porcentagem de adolescentes que morrem por conta da violência vem crescendo muito. Segundo a Síntese de Indicadores Sociais 2000, publicada pelo IBGE, de 1992 a 1998, a proporção de mortes violentas entre jovens de 15 a 19 anos de idade aumentou de 63% para 68%.
A maior taxa se concentra na região Sudeste, com 73% das mortes. Nas outras regiões, se chega a ultrapassar 60%, é por muito pouco.
A década de 90 foi positiva para os jovens nesse item. Entre a faixa etária de 15 e 24 anos, a escolaridade média apresentou elevação de 1,2 anos.
Educação melhorou
A década de 90 foi positiva para os jovens nesse item e, de acordo com os últimos dados do IBGE, a tendência é continuar melhorando. Entre a faixa etária de 15 e 24 anos, a escolaridade média apresentou elevação de 1,2 anos até 1999.
Jovens 1992 1999
15 a 17 5 6,2
18 a 19 5,9 7,3
20 a 24 6,3 7,5

Fonte: Síntese de Indicadores Sociais 2000. Rio de Janeiro: IBGE, 2001.
Com os dados da Síntese de Indicadores Sociais 2004, a taxa de escolarização dos jovens de 15 a 17 anos aumentou cerca de 33% nos últimos 10 anos e atingiu, em 2003, 82,4% desses jovens. O estudo indica também que as crescentes exigências de qualificação no mercado de trabalho têm contribuído para o aumento na procura pelo diploma de ensino médio. O grupo etário que apresentou maior crescimento na freqüência à escola foi o de jovens de 20 a 24 anos, que passou de uma taxa de 18,3%, em 1993, para 26,8%, em 2003, um aumento de quase 47% no período.
Apesar do avanço na educação, o país ainda encara um grande atraso no fluxo escolar dos estudantes brasileiros. Observando a distribuição dos estudantes de 18 a 24 anos de idade pelos diversos níveis de ensino: em 2003, no Brasil, 20,4% desses estudantes ainda cursavam o ensino fundamental e quase 42% ainda estavam no ensino médio. Isso é mais evidente no Nordeste, onde quase 80% dos jovens nessa faixa etária estavam defasados (34% no fundamental e 44% no médio).
Mudanças
A diminuição nos níveis de mortalidade e fecundidade nas seis décadas passadas mudaram a estrutura da faixa de idade da população brasileira, mexendo de forma direta no contingente jovem.
A queda no ritmo de crescimento da faixa etária que vai de zero a 14 anos e de 15 a 24 anos é decorrente do constante decréscimo da fecundidade, observada a partir da década de 80. O Brasil deixou de ser caracterizado como um País de população extremamente jovem para se enquadrar num grupo de países que experimenta um rápido processo de envelhecimento populacional.
De acordo com a projeção de população do Brasil (Revisão 2004), entre 1993 e 2003, a taxa bruta de natalidade, que mede o número de nascidos vivos por 1000 habitantes em determinado ano, passou de 22,6‰ para 20,9‰, enquanto a taxa de fecundidade total, por sua vez, declinou de 2,6 para 2,3 filhos por mulher, na última década.
Com a queda da taxa de fecundidade, reduziu-se o peso relativo de crianças, adolescentes e jovens em relação ao total da população. Os dados da Síntese de Indicadores Sociais 2004 mostram que, no País, em 2003, as crianças de até 14 anos somavam 47,2 milhões, representando 27,2%; os adolescentes de 15 a 17 anos eram 10,4 milhões (6%) e os jovens de 18 a 24 anos somavam 23,4 milhões (13,4%).
Em relação a atividades exercidas pelos jovens, registra-se uma pequena redução na proporção dos que trabalham mais de 40 horas semanais, passando de 76,8% em 1992 para 70,8% em 1999, segundo a Síntese de 2000.
Veja mais nos gráficos abaixo:
Jovens
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Jovens
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De olho no Estatuto
Aprovado em 12 de outubro de 1990 - data em que se comemora o Dia da Criança - o Estatuto da Criança e do Adolescente é a lei que regula os direitos de todas as crianças e jovens com menos de 18 anos, cabendo à justiça verificar se os mesmos estão sendo respeitados.
Todos os jovens devem fazer valer seus direitos. E isso quer dizer que podem ficar só no papel, Devem fazer parte de suas vidas e jamais serem violados !
Confira abaixo alguns artigos importantes do Estatuto para você sempre ficar atento se está sendo cumprido à risca !
" A criança e o adolescente têm direito à proteção à vida e à saúde, mediante a efetivação de políticas sociais públicas que permitam o nascimento e o desenvolvimento sadio e harmonioso, em condições dignas de existência."
" Toda criança ou adolescente tem direito a ser criado e educado no seio da sua família e, excepcionalmente, em família substituta, assegurada a convivência familiar e comunitária, em ambiente livre da presença de pessoas dependentes de substâncias entorpecentes."
" A criança e o adolescente têm direito à educação, visando ao pleno desenvolvimento de sua pessoa, preparo para o exercício da cidadania e qualificação para o trabalho, assegurando-se-lhes:
I - igualdade de condições para o acesso e permanência na escola
II - direito de ser respeitado por seus educadores
III - direito de contestar critérios avaliativos, podendo recorrer às instâncias escolares superiores
VI - direito de organização e participação em entidades estudantis
V - acesso à escola pública e gratuita próxima de sua residência."
"É proibido qualquer trabalho e menores de quatorze anos de idade, salvo na condição de aprendiz."
"É assegurado atendimento médico à criança e ao adolescente, através do Sistema Único de Saúde, garantido o acesso universal e igualitário às ações e serviços para promoção, proteção e recuperação da saúde"
"O direito ao respeito consiste na inviolabilidade da integridade física, psíquica e moral da criança e do adolescente, abrangendo a preservação da imagem, da identidade, da autonomia, dos valores, idéias e crenças, dos espaços e objetos pessoais."
"Nenhum adolescente será privado de sua liberdade sem o devido processo legal".


13 de Abril
Quando o jovem passa a ser tema de estudos ou conferências, é muito comum associá-lo a problemas. O uso de drogas, doenças sexualmente transmissíveis, álcool, fumo, violência, desemprego, entre outros, são abordagens bastante comuns que se oferecem à sociedade. Enfim, a sociedade preocupa-se, em certa medida, com os problemas da juventude e não com as soluções que se pode encontrar nela.
Os jovens são aproximadamente um terço da população do planeta. É óbvio que estes jovens que estamos formando hoje serão o futuro de nossa nação, e a solução para os problemas do mundo. Hoje eles estão enfrentando uma fase de travessia entre a infância e a idade adulta, entre o mundo da educação e o mundo do trabalho. Amanhã, estarão ocupando as cadeiras do governo, a direção das corporações, o mercado de trabalho.
Em vista disso, se faz necessária ao jovem uma formação moral e intelectual que reflita os verdadeiros problemas da vida em sociedade, do exercício da cidadania e que, principalmente, o ajude a encontrar um sentido para a vida.
A educação tradicional tem como principal objetivo a formação integral do educando. Porém, dá uma maior ênfase à sua qualificação para o trabalho.
Jovem
Disciplinas que preparavam para a vida em sociedade e o exercício da cidadania têm tido menos relevância nos currículos de nossos jovens. Para minimizar estes problemas, os jovens conscientes e a sociedade têm se engajado no movimento do "protagonismo juvenil". O protagonismo relaciona-se, basicamente, com a preparação do jovem para a cidadania.
Esse movimento juvenil pode ajudar a juventude em dois aspectos de suas vidas: no desenvolvimento pessoal, onde o jovem "aprende a ser", e na capacitação para o trabalho. "Aprendendo a ser", o jovem desenvolve o senso de identidade e auto-estima. Passa a ter maior consciência de seu papel no mundo e a ter mais confiança no futuro e em suas potencialidades.
A capacitação para o trabalho não envolve o conhecimento técnico e sim o desenvolvimento de habilidades no relacionamento com as pessoas. O jovem aprende a lidar melhor com suas potencialidades e limitações, ou seja, aprende a "autogestão", e a integrar-se com o trabalho dos outros, agindo conjuntamente na busca de objetivos comuns.
A juventude é uma fase de experimentação onde valores e convenções estão em jogo. Todo jovem tem o ideal da autonomia, ou seja, ser reconhecido como alguém cuja voz e opinião pode, definitivamente, ajudar a mudar o estado das coisas.
Ao estimular esta autonomia intelectual e a participação nos principais problemas de sua comunidade, estaremos formando pessoas capazes de agir e influenciar na vida política, social e cultural de um país, de um estado ou da região. Estaremos enfim, formando cidadãos mais conscientes e preparados na busca de um futuro melhor para todos.
Fonte: www.idbrasil.org.br
Dia do Jovem



 
13 de Abril
Ser jovem é ter muita energia e disposição para realizar sonhos, é acreditar que tudo é possível e é acima de tudo lutar por mundo melhor! Jovem é aquele cheio de expectativas, cheio de esperanças, que está na fase de se libertar para descobrir o mundo.
Jovem
Assim, todo jovem deve ser incentivado a participar da vida política, social e cultural de um país, de um estado ou da região ou cidade em que vive, pois como já diz uma máxima popular: “os jovens de hoje são o futuro de amanhã.
Fonte: www.cidadaopg.sp.gov.br

segunda-feira, 25 de abril de 2011

A espetacularização da violência juvenil‏

19.04.11 - Brasil
A espetacularização da violência juvenil

Leonardo Venicius Parreira Proto
Bacharel e licenciado em História pela PUC-GO, especialista em adolescência e juventude no mundo contemporâneo pela Faculdade Jesuíta (FAJE-MG), mestrando em História pela UFG e bolsista da CAPES.
 Coordena o curso de História da UEG/UnU-Iporá.





"O espetáculo não é um conjunto de imagens, mas uma relação social entre pessoas, mediada por imagens”. (DEBORD, 1997).
Notícia nos meios de comunicação social sobre a violência juvenil tem sido uma constante. Violências cometidas contra e por adolescentes e jovens pautam o debate midiático nas manchetes mais recentes. Essas informações, muitas vezes somente veiculadas de forma rápida e sem quaisquer problematização acerca dos tais acontecimentos, minimizam e muito nossa capacidade de absorver e posteriormente refletir com a capacidade madura do raciocínio sobre tais eventos.
Uma das perguntas com as quais nós, indivíduos-sociais, deveríamos nos fazer é: por que a violência juvenil tem feito parte das grandes manchetes ou coberturas midiáticas? O que há, nesse fenômeno, que valha a pena sua cobertura nos noticiários de "horários nobres” ou nas reportagens de capas dos jornais de circulação nacional?
Essas indagações nos permitem a pensar a questão da violência juvenil e suas imagens a partir das contribuições de Guy Debord, que escreveu na década de 60 do séc. passado sua obra A sociedade do espetáculo. "O espetáculo, compreendido na sua totalidade, é ao mesmo tempo o resultado e o projeto do modo de produção existente” (DEBORD, 1997). Debord vai trabalhar a idéia de imagem numa dimensão de reflexão da totalidade social, ou seja, como característica do desenvolvimento da própria sociedade capitalista.
Assim, o que vemos na mídia em relação à violência juvenil, como assassinato em massa, chacinas, cenas de torturas, de abuso sexual, de maus-tratos, parecem num primeiro momento serem apenas conseqüências imediatas da ação dos próprios adolescentes e jovens ou de punição dos mesmos por parte de autoridades, sejam elas pais, escolas, corporações militares, instituições de educação a ações infratoras. Porém, o que necessita ser debatido é a própria espetacularização da violência física e psíquica dos sujeitos envolvidos como particularidade de um todo social, pois a violência seja ela em quais níveis forem, expressa uma faceta da dinâmica da sociedade.
É impossível ver a violência da e contra a juventude em si mesma, mas como uma realidade concreta expressa no conjunto das problemáticas sociais, enraizadas numa sociedade classista, produtora dos seus espetáculos. "Ao mesmo tempo, a realidade vivida é materialmente invadida pela contemplação do espetáculo, e retoma em si própria a ordem espetacular dando-lhe uma adesão positiva” (DEBORD, 1997).
A crítica exposta pelas teses de Debord nos auxilia no sentido de ver no conjunto das imagens produzidas socialmente, uma aparência dos fenômenos sociais em suas condições materiais de existência e sua negação na formulação das aparências. Assim, ao vermos as imagens da juventude estampadas nos meios de comunicação social, requer de nossa capacidade crítica perceber que por trás do fenômeno aparente: banalização da violência e a criminalização ou vitimização dos/as adolescentes e jovens.
Os efeitos ou causas da violência juvenil não podem ser elaborados pelos sujeitos sociais simplesmente como conseqüências das mazelas sociais, mas como construto histórico social das determinações sociais, dinamicamente elaborado pela determinação fundamental, o modo-de-produção.
Para Debord (1997), "O espetáculo submete a si os homens vivos, na medida em que a economia já os submeteu totalmente. Ele não é nada mais do que a economia desenvolvendo-se para si própria”. Portanto, as imagens da violência da e contra a juventude só podem mesmo ser explicadas, se a tomarmos como determinações da própria sociedade, pois ao explicar o fenômeno é fundamental relacionar as partes com o todo. Não basta sensibilizarmos diante das imagens da violência juvenil sem nos atermos às formações sociais e históricas das sociedades.
Ao tomarmos a realidade sofrível da juventude como uma imagem em si mesma, sem relação com a totalidade concreta dos acontecimentos históricos, fica evidente uma leitura ideologizada e fragmentária, podendo nós em nossas reflexões romantizar ou culpabilizar a própria juventude por suas ações. Esse reducionismo na análise impede que vejamos as ações de adolescentes e jovens numa relação social e não como produto de atitudes ou visões particulares desse mesmo grupo social.
Portanto, o importante nessa leitura debordiana é olhar para qualquer aspecto da vida da juventude, em especial, para o processo de institucionalização da violência na sociedade como um elemento no qual as práticas de violência não podem ser lidas isoladamente, em si mesmas, mas como aspectos das relações sociais na esfera social.
Referência Bibliográfica
DEBORD, Guy. Sociedade do Espetáculo. Rio de Janeiro: Contraponto, 1997.

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Convite - Campanha Nacional Criança Não é de Rua - Goiânia 20/04/2011‏

Defensoras e Defensores de Direitos Humanos no Estado de Goiás,
Conforme deliberado na Reunião de Mobilização, Analise de Conjuntura e Proposições de Atividades e Ações em Defesa da Vida ocorrida no ultimo dia 07/04, segue abaixo convite para atividade de mobilização. Favor divulgarem junto aos seus contatos:  

Participe da Campanha Nacional Criança Não é de Rua - Goiânia 20/04/2011

A mobilização é realizada anualmente no período da Páscoa com o objetivo de reafirmar perante a comunidade, a sociedade civil organizada e ao poder público sua responsabilidade quanto ao direito que meninos e meninas deste país tem à convivência familiar e comunitária. Em 2011, a grande mobilização nacional ocorrerá no dia 20 de abril em 21 capitais.
Em Goiânia realizaremos uma caminhada entre a Pç. Universitária e a porta do Complexo 24h (Serviço Municipal que realiza o acolhimento de Crianças e adolescentes em Situação de Rua). A concentração ocorrerá na Pç. Universitária a partir das 08:30 com a presença de artistas de circenses, artistas de rua, grupos culturais, grupos  musicais e instituições diretamente ligadas a luta pelos direitos de crianças e adolescentes.
Ao longo da ação discutiremos também o acesso à Cultura e a Arte como metodologia de trabalho viável para o atendimento a crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade.
A ação é também parte da “Agenda de Mobilização em Defesa da Vida” articulada por pessoas e instituições que atuam na promoção, garantia e defesa de direitos humanos no estado de Goiás.

Realização:
Fórum Estadual de Defasa dos Direitos da Criança e do Adolescente - Goiás

Apoio:
Comissão de Direitos Humanos, Cidadania e Legislação Participativa da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás
Comissão da Criança e do Adolescente da Assembléia Legislativa do Estado de Goiás
Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Câmara Municipal de Goiânia
Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - Goiânia

Contatos em Goiânia:
Suelma Candido - CECOM (62) 3297-7896
Marcos Moura - Centro Cultural Eldorado dos Carajás (62) 3218-2986
Ana Paula - CESAM (62) 3213-3351
Eduardo Mota - Casa da Juventude (62) 4009-0339
Hélio Martins - Centro Cultural da Juventude (62) 9253-6686

Abaixo Assinado contra a Violência na UFMS‏

Caros amigos,

Acabei de ler e assinar a petição online:

  "Contra a Falta de Segurança na UFMS! Nos ajudem, CQC!"

do site PetitionOnline.com, que presta o serviço gratuito de abaixo assinado online no link:

  http://www.PetitionOnline.com/ufms0001/

Eu pessoalmente concordo com o que o abaixo assinado diz, e acho que vocês também vão concordar.
Então, se você puder, tire um tempinho para dar uma olhada no que diz e assine embaixo também!

Abraços a todos,

Lílian Kelli Pereira

segunda-feira, 28 de março de 2011

Estudante feirense abandona universidade no Sul após denunciar agressão e racism‏

Absurdo ! Chega disso !! Vamos passar esse e-mail aí povo que esse negócio de preconceito tah por fora!! O Brasil relembrar que isso  existe ainda !!  

O caso do estudante está sendo investigado pela Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, ligada à Presidência da República, e pela Promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público do Rio Grande do Sul.

Acorda Cidade

O estudante Helder Santos, 25, não vai trazer na bagagem de volta à Bahia o diploma do curso de história da Unipampa, no Rio Grande do Sul. Ele foi obrigado a abandonar o curso no 3º semestre e deixar a cidade de Jaguarão, no sul do estado, após sofrer ameaças de morte em cartas supostamente enviadas por policiais da Brigada Militar da cidade. Helder denunciou ter sido vítima de racismo e agressão por policiais da Brigada.
A primeira carta anônima chegou à casa do estudante de Feira de Santana após ele denunciar na Corregedoria da Polícia e na rádio local que tinha sido agredido e chamado de 'negro vagabundo' ao tentar defender um amigo de uma abordagem policial. Helder foi agredido na barriga e no ombro por um dos policiais e em seguida detido acusado de desacato.
Se a primeira carta aconselhava o estudante a deixar a cidade para sua própria segurança, a segunda assustou Helder pelo conteúdo e pelas ameaças. "Eram muito agressivos, me chamavam de 'baiano fedido', 'nego sujo', 'volta pra tua terra, baiano'. Pensei que se levasse as cartas à público eles não tentariam fazer nada contra mim", contou o estudante.
Em um dos trechos, o texto diz: “Se tu for lá na Brigada e falar a verdade e me caguetar no meu processo, eu vou te cobrir de porrada. No carnaval, tu escapou, mas dei um jeito de embolachar teu amiguinho Seco Edson sem sujar as mãos. Deixamos a cara dele mais feia e preta que a tua, seu otário”.
Após as denúncias, as ameaças aumentaram. "Eles começaram a passar na porta da minha casa com a viatura ligada, várias vezes ao dia. Passavam bem devagar e, no início pensei que era apenas para me intimidar", contou o estudante de Porto Alegre, para onde se mudou após as ameças.
O estudante deve voltar à Bahia na próxima semana e tenta transferência para outra universidade. "Vou tentar me transferir para a Universidade Federal do Recôncavo. Estou na casa de um amigo esperando alguma posição".
O caso está sendo investigado pela Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, ligada à Presidência da República, e pela Promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público do Rio Grande do Sul. O comandante da Brigada Militar de Jaguarão, major José Antônio Ferreira, não foi encontrado para dar esclarecimentos sobre a acusação e não retornou às ligações.
"Eu estava concretizando tantos sonhos, minha casa estava toda mobiliada, minha vida estava toda estruturada. Deixei a Bahia só para estudar, fiz 'Livro de Ouro' para juntar dinheiro, passei listinha entre amigos que me ajudaram a comprar a passagem. Comecei a trabalhar na prefeitura, atuava com um trabalho voluntário na comunidade quilombola, com os presos, e estou saindo daqui sem nada", disse o estudante por telefone.
Fonte:Correio.

Calendário Grupo Juvic

O GRUPO ESTA SENDO REESTRUTURADO NOVAMENTE

TODOS OS SABADOS 19 HRS NA COMUNIDADE ATE´FIXAR OS COMPROMISSO TEREMOS UM CALENDÁRIOS DO EVENTOS



























































































































































































































































































































































































































































































































































































































































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