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Jovens Online em Cristo

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quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Mulheres do início do século 21

Mulheres do início do século 21

A primeira ideia, quando pensamos em mulheres neste início de século, é a da mulher urbana, trabalhadora, realizada e feliz porque se viu livre do domínio machista que a condenava à inferioridade. Não podemos ser ingênuas acreditando existir um tipo “ideal” de mulher, como se ele representasse todas as mulheres, de idades variadas, com os diversos problemas que enfrentam e com todos os desafios que as fazem lutar.

Há mulheres que se fizeram autônomas por terem renda própria e por se desvencilharem de tabus, armadilhas e preconceitos. São as que galgaram altos cargos, assumindo as mesmas profissões antes reservadas aos homens. Por isso são as que melhor representam, ideologicamente, a emancipação feminina. Mas essas são algumas mulheres urbanas e não podemos nos esquecer de outras tantas mulheres. Essas que ainda vivem sob o jugo dos pais, dos maridos (basta ver as situações de violência doméstica), ou dos patrões nessa sociedade com resquícios patriarcais e da exploração capitalista desmedida.

Penso nas mulheres que, mesmo tendo conquistado a emancipação frente ao machismo, estão sobrecarregadas com o ônus da própria emancipação, como a dupla ou até a tripla jornada de trabalho, com o sofrimento das doenças antes quase exclusivas do mundo masculino, com o fardo do provimento da prole, pelo simples fato de poderem agora romper com as relações afetivas falidas.
Autonomia, a que custo?

No final do século 20, um número expressivo de mulheres entrou no mercado de trabalho, chegando mesmo a ser em número maior do que os homens em determinados setores. A economia capitalista, baseada no estímulo e na criação de novas necessidades, contribuiu para o crescimento da participação das mulheres no mercado de trabalho, vindo a ser uma fonte suplementar de rendimentos, necessária para a realização dos sonhos da sociedade de consumo. A ideologia hegemônica forjou o reconhecimento social do trabalho feminino atrelado a ideias como o direito a uma vida autônoma e à independência econômica.

Os próprios homens tiveram de reconhecer a legitimidade do trabalho assalariado feminino, a despeito de muitas vezes ser cristalino que nem mesmo sob o aspecto econômico é compensatório, para as famílias e para a sociedade, o sacrifício da venda de toda a força de trabalho de cada família no mercado. Quando ambos os cônjuges estão fora do lar, e por muitas horas de trabalho nas empresas, há irremediavelmente uma perda na qualidade de vida dos pais e dos filhos, que acabam sendo expostos à vulnerabilidade de uma sociedade que não tem mais tempo para os laços comunitários, momentos de espiritualidade, de intimidade familiar e de luta social. Os maiores problemas estão nos territórios de baixa renda, por não disporem de creches, escolas e serviços necessários para compensar a falta da atenção materna e paterna no lar.
Reverência às mulheres

Por que muitas mulheres ainda estão longe das conquistas da emancipação feminina? Vivemos em uma sociedade que tem como fundamento a competição. Assim, a primeira preocupação não é um lugar para cada um(a) na sociedade. O discurso hegemônico faz acreditar que todos podem se dar bem, desde que lutem isoladamente por isso. Cada um tenta de todas as formas conquistar um lugar melhor, tornando-se um ser que consome mais. Desse modo, o nosso agir em sociedade, mesmo aparentemente emancipado, tem contribuído para o aumento das intervenções irresponsáveis no meio ambiente e para a destruição da cultura das comunidades tradicionais.

Apesar de não terem as mulheres conseguido efetivamente se emancipar neste sistema mundo, são elas as protagonistas de uma nova sociedade. No mundo inteiro, nos chamados movimentos antissistêmicos, são as mulheres as que constroem na luta os caminhos contra toda forma de opressão. Para essas mulheres faço reverência, reconhecendo que sem elas correríamos o risco de perder a esperança de vida melhor para todas as nossas crianças.

Por tudo isso, parafraseando Drummond, digo que olho as minhas companheiras mulheres e vejo que estão muito taciturnas, mas nutrem grandes esperanças. Também como Drummond, não serei a cantora de uma mulher, de uma história. Proponho na diversidade a construção de uma sociedade em que vivam mulheres, de todas as idades, de todos os lugares, de todas as culturas, fazendo um outro mundo possível, onde o poder seja somente o do cuidado, na e da perspectiva feminina. Não nos afastemos muito, vamos de mãos dadas em mais um oito de março, o de 2011!
Atividade
A luta das mulheres

Em grupos e ao ar livre, representar a história de luta das mulheres e suas atuais formas de opressão; como isso afeta a nossa vida e como mulheres e homens podem se ajudar. Depois, ao som da música Maria, Maria, de Milton Nascimento, unir as mãos. Em um grande círculo, podese dançar e celebrar a solidariedade nesta luta.

Delze dos Santos Laureano,
advogada e professora universitária, Integrante da Rede Nacional de Advogados Populares (RENAP), Belo Horizonte, MG.
Endereço eletrônico: delzesantos@hotmail.com

Texto publicado no jornal Mundo Jovem, edição nº 413, fevereiro de 2011, página 16.

O que esperar de adolescentes e jovens?

O que esperar de adolescentes e jovens?

Cada idade tem sua sabedoria. Aprendemos a valorizar os idosos, por exemplo, porque nos fazem viva a memória de nosso passado, com os valores vividos e que nos servem de referência. A juventude também tem a sua sabedoria. Um exemplo é a facilidade que os jovens têm para lidar com os novos meios eletrônicos, com as novas tecnologias.

O próprio Papa Paulo VI já dizia, em 1971, que devemos ouvir a sabedoria dos jovens: “é conveniente até que certos jovens sejam mestres e educadores dos seus companheiros. A sua idade permite-lhes assimilar novos tipos de cultura e comunicá-la aos da sua geração”. Neste sentido, a sabedoria dos jovens corresponde a uma utopia que nos faz olhar para o futuro, a uma projeção do que desejamos. É preciso olhar com cuidado para a juventude. Nela, a realidade social e os dramas da condição humana estão presentes de forma mais intensa. É a ponta do iceberg. Como diz a socióloga Marília Spósito, “o modo como uma sociedade olha a juventude é uma metáfora do modo como ela olha para si mesma”.
Que geração é essa?

É fato que mudou muito o jeito de ser adolescente de algumas décadas para cá. Na verdade, mudou porque o mundo mudou e mudamos todos nós. São mudanças que trazem perdas e conquistas. Se, por um lado, ganhamos em liberdade e pragmatismo, por outro, perdemos em idealismo e encantamento. Uma das características desta geração (anos 2000), fruto da revolução tecnológica, é o desejo de fazer tudo-ao-mesmo-tempo-agora: estudar, ouvir música, vasculhar a internet. Também conhecida como geração Z - de zapear -, esta geração é formada por nativos digitais, que já nasceram num mundo marcado pela internet. Não imaginam a vida sem computador, chats, redes de relacionamento, ipods ou telefones celulares.

Sempre conectados, em geral são mais informados e com interesse por diversos assuntos. São capazes de conectar-se com uma vasta rede, mas sem profundidade. A velocidade é tão grande que refletem pouco sobre as informações, não avaliam nem interpretam e sentem muita dificuldade em definir prioridades. É uma geração ansiosa, porque está exposta a um excesso de informação, pelo qual a concentração e a reflexão se tornaram capacidades raras.
Aprendendo com eles

Se for necessário recuperar um programa no computador, basta chamar o adolescente mais próximo. São eles também os consultores da família na hora de adquirir um novo aparelho eletrônico. Nós, adultos, devemos aprender com os adolescentes e jovens a abrir janelas sem ter vergonha de aprender com eles. Os jovens estão mais abertos ao futuro. Aprender com os jovens que ser multimídia e ficar conectado a inúmeros aparelhos permite trocar conhecimentos com mais pessoas simultaneamente e receber informações amplas sobre o mundo. Não podemos querer voltar atrás e achar que os jovens vão abrir mão desses prazeres e facilidades.

Mas aprender também com a pergunta: o que vale mais, a preservação de nossas forças, que nos garante uma vida mais longa, ou a liberdade da máxima intensidade e variedade de experiências? Melhor viver a mil, em menos tempo, ou viver com moderação, em mais tempo? Melhor ficar acordado até tarde pelo prazer da companhia ou voltar cedo para casa, já que, no outro dia, os compromissos nos esperam? O prazer ou a vida? Para os jovens, para quem a morte parece muito distante, parece não haver dúvida de que é preciso viver intensamente o momento presente, pois “o tempo não para”. Este é um questionamento que nos desafia a, novamente, perguntar: será que temos outras razões, que não seja apenas a decisão de durar um pouco mais, a fazer que nos privemos dos prazeres da vida? Qual é o critério do bem ou do mal quando a paixão de viver é tão grande que ameaça nossa própria vida?

O mais importante é que as gerações se encontrem. A juventude é muito veloz e capaz, mas não lida bem com perdas e frustrações. A família é o lugar onde os filhos são preparados para crescer e tornarem-se independentes. O adolescente necessita conquistar seu espaço no mundo adulto, fazendo suas próprias escolhas. Porém são poucos os jovens em condições de vislumbrar alternativas para o seu projeto de vida, poder escolher e realizá-lo. Em gestos e manifestações, mesmo naquelas mais arriscadas, os jovens estão dizendo: “é a vida que amamos e buscamos”.

A nossa esperança no futuro depende da resposta que daremos à seguinte questão: o que fazer juntos para que possamos viver mais e melhor? Ou seja, é preciso uma ética da cooperação e da solidariedade, superando o individualismo e a competição, muito presentes em nossas ações.
Questões para Debate

1 - Por que é importante, para uma geração, aprender com outra geração?
2 - Que contribuição os adolescentes e os jovens dão para a sociedade atual?
3 - Quais são os limites e os desafios para a geração atual de adolescentes e jovens?

Rui Antônio de Souza,
da equipe do Jornal Mundo Jovem.
Endereço eletrônico: ruisouza@mundojovem.pucrs.br

Texto publicado no jornal Mundo Jovem, edição nº 411, outubro de 2010, página 10.

Novos paradigmas na religiosidade juvenil



Novos paradigmas na religiosidade juvenil

     Antes de tudo, precisamos perceber que a religiosidade juvenil tem mudado frequentemente. Diante disso, partimos, aqui, de uma visão ampla da religiosidade que permeia o mundo juvenil, que contribui para sua transcendência. Destacamos a importância da religião na vida do jovem, o cultivo de sua religiosidade e a sua relação com o sagrado.

     A fase juvenil é a que mais sente o impacto das mudanças atuais, pois o jovem está em constante transformação e em busca de querer ser o melhor em tudo que faz e, consequentemente, a sociedade lucra com isto. Ao contrário, as peças publicitárias dirigidas à juventude, em suma, colocam o jovem como um mero observador e consumidor de tudo. Temos um jovem que une a sensação de triunfo da modernidade avançada e o desejo de fruição da vida. Como afirma o padre jesuíta João Batista Libânio, o jovem “vê o mundo como um gigante video-game colorido. Está sempre a jogar e ansioso por ganhar. Não sabe perder. Nasceu para triunfar”.
Formas de religiosidade

     Percebemos a manifestação, de uma maneira silenciosa, das angústias, indagações, do desejo de responder às suas inquietações como também o de ser reconhecido pela sociedade. Mesmo que para isso abdique de alguns ou muitos valores éticos, morais, religiosos, recebidos pela família, escola e a própria comunidade religiosa.

     De mudança em mudança, de tempo em tempo, temos uma juventude carregada de responsabilidade diante da vida (estudo, trabalho, lazer, consumo, entre outras). Mas será que há um espaço para o sagrado? Como se configura a sua religiosidade, hoje?

     Há na sociedade uma espécie de selfservice diversificado e atraente, que convida o jovem a experimentar várias religiões, fazendo com que ele consuma apenas o que lhe parece significativo e que atenda às necessidades imediatas. Forma assim uma identidade religiosa sincrética. O ser humano busca sacralizar objetos, lugares e diversos outros elementos, como uma espécie de homenagem e gratidão e, ao mesmo tempo, para que o transcendente seja lembrado e adorado. Procura, através de amuletos, estrelas, duendes, imagens de anjos e santos resolver os problemas pessoais de forma rápida, dando um sentido à sua vida.

     Trazendo em sua história pessoal a identidade religiosa familiar, o jovem, muitas vezes, questiona as regras de instituições como a família, a escola e a igreja. Justamente as instituições em que ele mais confia e que mais respeita. Não satisfeito com sua tradição religiosa, procura outras que atendam às suas necessidades existenciais.

     Essa necessidade de busca pela divindade faz com que criemos imagens desse ser que julgamos superior a todos os outros seres. Não criamos apenas imagens, mas práticas religiosas que acreditamos serem os meios de nos manter diretamente ligados ao transcendente. Temos então, por um lado, uma juventude que acredita ser a religião importante e que com ela se chega mais fácil ao transcendente e, portanto, participam das missas, cultos, eventos de igrejas, grupos de jovens. Encontramos também jovens que acreditam em Deus, porém não seguem nenhuma tradição religiosa.

     Segundo as Diretrizes Nacionais da Pastoral Juvenil Marista - 2006, há outros elementos relevantes sobre a religiosidade juvenil: “As religiões são fontes de sentido e colaboram de forma decisiva na constituição de sua identidade e de sua visão de mundo; as igrejas possibilitam a reunião de jovens em grupos, constituindo lugares de agregação social e de exercício da cidadania. Muitos jovens saídos desses grupos religiosos têm colaborado de forma decisiva para a sociedade, inserindo-se em partidos políticos, sindicatos, movimentos sociais e associações”.

     Contudo não podemos fechar os olhos diante de outra realidade. Há uma pluralidade quanto ao universo religioso juvenil e isto nos desafia a compreender este cenário e descobrir ações pedagógicas e pastorais a fim de contribuir com o jovem na busca de seu ser humano e, sobretudo, o ser divino.
Sugestões de Leitura:

CNBB. Evangelização da Juventude: desafios e perspectivas pastorais. Editora Paulinas.
Novaes , Regina. Juventude, percepções comportamentos: a religião faz a diferença? In: Retratos da Juventude Brasileira. Editora Fundação Perseu Abramo.
LIBÂNIO. J. B. Jovens em tempo de pósmodernidade: considerações socioculturais e pastorais. Edições Loyola.

Questões para Debate

1 - Os jovens, entre nós, têm fé em Deus? Como manifestam isso?
2 - Por que os jovens, em geral, não simpatizam com as formas tradicionais de manifestação da religiosidade?
3 - Qual é o sentido da fé para os jovens?

Sandra Michelluzzi Biazotto,
professora de Ensino Religioso no Colégio Marista São Luís, de Jaraguá do Sul, SC.
Endereço eletrônico: zmbiazotto@yahoo.com.br

Texto publicado no jornal Mundo Jovem, edição nº 405, abril de 2010, página 21.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Quais “Herodes” querem matar a juventude? - Texto 10‏

Povo querido,

Estamos chegando ao final de mais um ano. E conforme planejamento, chegamos ao décimo texto sobre a mística de Belém. Nessas breves linhas, nos perguntamos sobre os "herodes" que matam a juventude.

Esperamos que possa provocar a todos.


Abraço grande,
Maicon e Luis



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quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Roteiro Campanha Contra a Violência - Juventude e Consumismo: o que nos é necessário para viver com dignidade

Juventude e Consumismo: o que nos é necessário para viver com dignidade?


Blog Juventude Contra Violência - http://migre.me/5lWbC

Neste mês de julho estamos lançando um segundo roteiro de reunião para grupos de jovens com o tema "Juventude e consumismo", para podermos debater sobre aquilo que é necessário para vivermos com dignidade.

Produzido pela jovens Franciele Garcia e Manoela Neutzling, militantes da PJ da Arquidiocese de Pelotas (RS),você pode baixar o roteiro no blog pelo link: http://migre.me/5lWeE

Franciele e Manoela (PJ de Pelotas)

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

“Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé” Roteiros de Encontros para JMJ 2011‏

BAIXAR AQUI


“Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé” (Cl 2,7)

                 Estamos as vésperas da Jornada Mundial da Juventude,  e queremos com a mesma firmar nosso propósito na experiência do encontro com o  Cristo  Ressuscitado, que passa pela Jornada, mas sobretudo deve se mover para o encontro concreto com o/a próxima em suas localidades.
São nos grupos de Jovens das comunidades, nas escolas, no campo, nas favelas, nos grupos de arte, teatro, música, nos guetos, no hip hop, entre tantas expressões juvenis, que o Cristo se comunica para além dos muros da Igreja, portanto “Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé” (Cl 2,7) como propõe a temática da jornada, somos convidados a viver a pré-jornada, a jornada e sobretudo a pós-jornada, sendo discípulos/as missionários/as em vista de uma sociedade mais justa e fraterna, e  protagonistas da  construção do Reino de Deus, no hoje e agora, como algo possível e construído pelas nossas mãos, que devem ser comprometidas com o sofrimento do povo, em busca da civilização do amor.
Propondo estar em sintonia com os/as jovens dos diferentes países, que estarão na Jornada Mundial da Juventude,  a realizar-se em agosto de 2011 na cidade de Madri – Espanha, a Pastoral da Juventude do Brasil, preparou para seus grupos de jovens um Roteiro com encontros, um Ofício Divino e alguns textos, que apresentam  os elementos para que a Jornada não tenha um fim em si mesma, ao contrário,  que ela possa trazer elementos que marquem o coração do povo brasileiro, o sangue dos martíres, a devoção mariana e a mística encarnada e libertadora.

Cliquem aqui para baixar o Roteiro ou acessem o link: http://goo.gl/Jsg0g

Façamos desse material, mais uma possibilidade de diálogo com a Campanha da Fraternidade, com as atividades permanentes (Semana da Cidadania, Semana do Estudante e Dia Nacional da Juventude),  buscando ser verdadeiros cuidadores e cuidadoras do planeta, respeitando e valorizando nossa diversidade cultural e sermos de fato jovens mulheres e homens que tecem relações de vida. 


Brasil, 25 de julho de 2011.

DIA DO AMIGO ROTEIRO PRA ENCONTRO


O que significa amizade? Seria magia do amor? Criação divina?
Difícil encontrar respostas para este sentimento tão sublime, a única certeza que é ela nos faz ainda mais felizes a cada dia.
Os amigos compartilham momentos, dão força, estão sempre ao nosso lado, nos sonhos, nas conquistas, nas derrotas, nas horas difíceis, nos gestos, cores, sorrisos, canções, segredos, emoções, compreensão e diversão...
Nos tornamos íntimos neste caminhar, neste companheirismo, nesta vida!
As palavras sejam elas ditas olhando nos olhos ou digitadas devido aos quilômetros que nos separam elas acabam nos unindo na fé e no amor.
A amizade é um sentimento que nunca acaba, mesmo que a gente cresça, mesmo que outras pessoas apareçam no nosso caminho.
Amizade não se explica, ela simplesmente acontece!!
Pensando no quanto é importante cultivarmos os laços que nos unem é que o Projeto Nacional Tecendo Relações, criado em janeiro de 2011 na Ampliada Nacional de Imperatriz/MA, pretende levar o debate sobre afetividade, sexualidade, relacionamentos e gênero aos grupos de jovens da Pastoral da Juventude espalhados pelo Brasil.
Já que dia 20 de junho celebramos o Dia da Amizade, apresentamos este Roteiro para que seja utilizado no grupo para reflexão sobre o tema. Esperamos que usem na mística do cuidado e do afeto.

Nosso abraço no carinho e na ousadia,

Equipe Nacional Tecendo Relações

Viver Belém é confiar no projeto de Deus - texto 5‏

 

Olá irmãs e irmãos na construção do Reino.
É mês de junho e Maicon e eu refletimos, na nossa caminhada acerca da mística de Belém, sobre o elemento da confiança.

Obrigado por podermos partilhar essas breves palavras com cada um e cada uma.

Que a paz inquieta de Deus seja nossa inspiração.

Abraços.

Luis Duarte e Maicon

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Dia Nacional de Oração 2011 - PJMP‏

Encaminho o Folder do Dia Nacional de Oração, uma iniciativa da Pastoral da Juventude do Meio Popular. Que tal rezar com nossas bases?


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Amigos e Amigas

Encaminhamos para vocês a versão final do Reflexões sobre a Política Nacional de Juventude 2003-2010.
 
É um relatório sobre as políticas e programas voltados para a juventude, desenvolvidos pelo Governo Brasileiro no período citado.
 
O documento foi produzido pelo Conselho Nacional de Juventude – CONJUVE. É uma importante referência para debater políticas públicas de juventude no nosso país.
 
 
Atenciosamente,

Luis Duarte Vieira

Roteiro de Celebração para o Dia dos Namorados‏


Queridos amigos e queridas amigas.

“O Amor é fogo que arde sem se ver”

Estamos chegando próximo ao Dia dos Namorados. Namoro é um assunto constante em meio a juventude. Namorar é cativar, cortejar, atrair, cobiçar, seduzir, desejar, apaixonar, enamorar entre outras expressões do mundo juvenil.  É a vivência da afetividade e sexualidade dos e das jovens. É uma forma autêntica da mais profunda, universal e significativa experiência humana: O AMOR.
Frente a sociedade consumista que apresenta o Namoro como algo banal, descartável e imediato, o Projeto Tecendo Relações, lançado recentemente na Ampliada Nacional da PJ em Imperatriz/MA, visa aprofundar a reflexão sobre questões de sexualidade, afetividade, gênero e corporeidade. Para tanto, segue um pequeno Roteiro de Celebração para o Dia dos Namorados. O mesmo pode ser utilizado como ferramenta para os Grupos de Jovens da PJ organizarem em suas comunidades uma bonita celebração envolvendo os casais de namorados, e até noivos e casados como eternos enamorados.
Esperamos contribuir com a formação e educação na fé dos jovens e das jovens apaixonados de todo o Brasil.

Atenciosamente,

Equipe Nacional do Projeto Tecendo Relações

Roteiro para Grupos de Jovens, Vivenciar a Romaria dos Martires‏

Roteiro para Grupos de Jovens, Vivenciar a Romaria dos Martires nos Grupos de Base da PJ.

Elaborado pelo Pe. Mirim...

BAIXE AQUI

Obs.: Caso não abra o anexo, segue link, via Facebook:

http://www.facebook.com/notes/junio-de-souza-alves/roteiro-para-grupos-de-jovens-vivenciar-a-romaria-dos-martires-nos-grupos-de-bas/2132386272820

Cheiros do Pará
        Glaucia Adriana
         
                " Não há nada como o sonho para criar o futuro"
                               Leonardo da Vinci

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Roteiro atividades para semana do meio ambiente

Olá, segue roteiro de atividades para semana do meio ambiente,
Vamos participar desse encontro...
Jovens da Pastoral da Juventude, venham uniformizados...
Att,

Mackeit de Souza Nery



BAIXE AQUI O ANEXO

sexta-feira, 20 de maio de 2011

Lançamento dos Livros "Aos jovens com afeto"‏

Lançamento dos Livros "Aos jovens com afeto"


A Arquidiocese de Campo Grande e a juventude viveu na noite desta terça-feira uma grande alegria: o Lançamento dos Livros "Aos jovens com afeto", subsídio sobre Afetividade e Sexualidade,  escrito por Dom Eduardo Pinheiro da Silva e Equipe.
* CLIQUE AQUI E VEJA AS FOTOS DO LANÇAMENTO
Dom Vitório Pavanello fez as boas vindas e na sequência, dom Eduardo apresentou o trabalho e convidou alguns integrantes da equipe para falar sobre os tema dos subsídios, temas estes ligados diretamente aos assuntos polêmicos e atuais que envolvem o jovem e a família.
O evento ocorreu no auditório do Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, e educadores, autoridades, pais , sacerdotes e jovens estiveram presentes.

Foi um momento muito importante pois é um rico material de apoio e formação para os catequistas, educadores de forma geral, pais e grupos ligados aos adolescente e jovens.
Agradecemos ao cerimonial da UCDB, às Irmãs do Colégio Auxiliadora, aos prestadores de serviços, ao Fábio Augusto e família que conduziu a música e a presença de todos que participaram , direta ou indiretamente, deste evento.
Ao final, um coquetel foi servido aos convidados.

http://arquidiocesedecampogrande.org.br/arq/noticias/noticias-arquidiocese/5507-lancamento-dos-livros-qaos-jovens-com-afetoq-fotos.html

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Vigília de pentecostes subsídio‏

ola povo amado eu juntamente com a Mari malheiros e com a assessoria de edicao do marcos tramontim pensamos uma proposta de Vigília de pentecostes
para auxiliar os grupos de jovens que desejam rezar esta data importante em nossa igreja. esperamos que todos possam usar e que a mesma possa ser util a todos ...

divulguem se possivel.


 BAIXE AQUI O SUBSÍDIO EM WORD

Vigília de pentecostes[1]

 (Inicia com a sala escura e todos em circulo, pode-se deixar uma música instrumental suave ao fundo ou pode-se entoar um mantra)
Vem Divino Espírito, do teu amor o fogo acende!
Vem Divino Espírito, vem Divino Espírito!”
“Tu és fonte de vida, tu és fogo, tu és amor.
Vem, Espírito Santo, vem, Espírito Santo.”
“Ó luz do Senhor, que vem sobre a terra:
inunda teu povo com teu esplendor.”

A
colhida: Espontânea. Que motive os participantes da vigília a perceberem a presença do Espírito Santo na vida da Igreja.
Queridos amigos, companheiros de caminhada! Hoje estamos reunidos para celebrar a presença do Espírito Santo na nossa vida de Igreja Jovem. Há quase dois mil anos, nesse mesmo dia, aconteceu a primeira vigília cristã: os apóstolos estavam reunidos, em oração, juntamente com Maria, esperando a vinda do Espírito Santo Consolador, prometido por Jesus. Hoje, queremos nos fazer apóstolos e pedimos intensamente a presença do Espírito Santo, a fim de que ilumine nossa caminhada de evangelização da juventude.


ABERTURA
Verdadeiramente ressurgiu Jesus, (bis)
Cantemos aleluia! Resplandece a luz! (bis)

Venham, ó nações, ao Senhor cantar! (bis)
Ao Deus do Universo venham festejar! (bis)

Seu amor por nós, firme para sempre, (bis)
Sua fidelidade dura eternamente (bis)

Venham e cantemos com muita alegria, (bis)
Espírito Divino brilhou neste dia! (bis)

Glória ao Pai e ao Filho, e ao Santo Espírito (bis)
Glória à Trindade Santa, glória ao Deus bendito! (bis)

Aleluia, irmãs, aleluia, irmãos! (bis)
Suba do mundo inteiro a Deus louvação! (bis)


RECORDAÇÃO DA VIDA[i]:
Animador: A presença do Espírito Santo nas pessoas e na comunidade eclesial se torna perceptível principalmente através de seus dons e carismas, concedidos a todos e a cada um para a unidade da Igreja (Ef 4,1-7). Essa variedade de dons é resumida pela Igreja na doutrina dos sete dons: sabedoria, entendimento, ciência, conselho, piedade, fortaleza e temor de Deus.
(Entra uma vela por vez representando um dom do Espírito Santo. Enquanto isso se fala sobre este dom, lembrando que existe uma vela maior acesa já ou se possível o Círio Pascal, em memória de que Cristo está vivo).
Ø  O dom da sabedoria fortalece nossa caridade e preparando-nos, desde já, para a visão plena de Deus, conferindo-lhe um conhecimento eminente. O sábio, segundo Deus, não é aquele que sabe coisas sobre Deus, mas que vive Deus. Não é o que simplesmente fala de Deus, mas quem o contempla. A sabedoria traz o gosto de Deus e de sua Palavra, permitindo-nos avaliar corretamente as realidades terrenas.
Ø  O dom do entendimento torna a nossa fé luz segura e sólida para o nosso caminho. Mediante este dom, o Espírito Santo nos permite perscrutar as profundezas de Deus, comunicando ao nosso coração uma particular participação no conhecimento divino, nos segredos do mundo e na intimidade do próprio Deus.
Ø  O dom da ciência nos permite um juízo reto sobre as criaturas, não colocando nelas a felicidade perfeita, nem o fim absoluto de tudo o que somos e temos. Faz com que o ser humano entenda que a aparência deste mundo é passageira (1Cor 7,31). O dom da ciência orienta-nos para Deus, desapegando-nos das criaturas.
Ø  O dom do conselho nos é dado para sanar a nossa natural precipitação ao dar uma resposta a um problema concreto que nos angustia, a uma escolha que devemos fazer. Quem acolhe este “conselho” sente-se em paz, sereno, readquire força e esperança. Também compreende que todos temos fraquezas e, portanto, devemos olhar-nos com olhos de compaixão.
Ø  O dom da piedade nasce de um Deus piedoso, bondoso e cheio de misericórdia para com os que erram. Nosso Deus é Deus da aliança e do perdão. Se Deus vive a sua aliança com o homem de maneira tão envolvente, o homem, por sua vez, sente-se também convidado a ser piedoso com todos.
Ø  O dom da fortaleza nos torna corajosos para enfrentar as dificuldades da vida cristã. Torna forte e heróica a fé. Lembremos a coragem dos mártires. Dá-nos perseverança e firmeza nas decisões. A fortaleza manifesta-se também na esperança. Afirma o profeta Isaías: “Os que esperam em Jahweh renovam suas forças, criam asas como águias, correm e não se fadigam, andam e não se cansam” (Is 40,31). Todos nós precisamos da força do Espírito Santo!
Ø  O dom do temor de Deus, tratando-se de um dom do Espírito Santo, não deve confundir-se com o medo de Deus. Também não significa uma atitude servil diante de Deus. Este dom nos mantém no devido respeito diante de Deus e na submissão à sua vontade, afastando-nos de tudo o que lhe possa desagradar.
(se convida a cada jovem a fazer memória de sua vida e de sua caminhada lembrando em que momento da vida se percebeu o dons do espírito santo na vida pessoal e comunitária. Após falar, cada jovem acende uma vela. Em seguida todos cantam o hino).

HINO
Um hino divino
Presente tu estas desde o principio
Nos dias da criação, Divino Espírito!
És sopro criador que a terra fecundou
e a vida no universo despertou!
Presente tu estas desde o Egito, vencendo
a opressão, Divino Espirito! És fogo e
claridão, luz da libertação de um povo em
movimento de união!
Presente tu estas em Jesus Cristo na cruz,
ressureição, Divino Espirito! Boa nova do
perdão, carinho entre irmãos ardor na
militancia e na missão!
Presente tu estas desde o ínicio nos
primeiros cristãos, Divino Espirito!Firmeza
e novidade, estrela da unidade, amor
concreto solidariedade!
Presente tu estas no sacrificio, na dor das
multidões, Divino Espírito! Clamor e
profecia ternura e ousadia, sabor d nosso
pão de cada dia
(Breve silêncio para meditar o que foi celebrado)

SALMO
Animador: Felizes somos nós por reconhecermos que o Espírito de Deus está presente com seus dons em nosso meio. Somos felizes por sermos os portadores da Boa Nova, pois fomos convidados a anunciar a justiça do reino de Deus e denunciar as diversas opressões que assolam nosso mundo. E como povo de Deus, entoemos o salmo:

Aleluia, aleluia, aleluia,/ Vem, minh'alma, bendizer teu Senhor, aleluia! (Bis)
1A. Senhor, meu Deus, como és tão imenso!/ O teu vestido, esplendor e clarão,/ Como num manto de luz envolvido,/ Os céus desdobras, são teu barracão!
1B. Tua morada, em cima das águas!/ Montando em nuvens, tu voas no vento. Dos ventos fazes os teus mensageiros,/ Como dos raios, ministros atentos!

2A. Em suas bases a terra assentas,/ Inabalável pra sempre a assentates;/ com o oceano, qual manto, a cobriste,/ sobre as montanhas as águas pousaste!
2B. Por teus trovões açoitadas correram,/ Montanhas acima ou vales abaixo,/ Para o lugar que marcaste se foram,/ Não voltarão a inundar este barro!

3A. Fazes brotar fontes d'água nas várzeas,/ Por entre as muralham riachos/ E, enquanto os bicho sua sede saciam,/ Os passarinhos gorjeiam nos galhos!
3B. De lá do alto tu regas os montes,/ Com teus favores a terra se farta,/ Para o rebanho o pasto forneces/ E o ser humano co'as plantas regalas!

4A. Quão numerosas, tuas obras Senhor!/ Tudo fizeste com sabedoria!/ A terra, Cheia de tantas criaturas,/ E o mar abriga incontável família!
4B. Todos esperam de ti o alimento,/ Jogas pra ele se logo recolhem;/ Abres tua mão, ficam todos contentes,/ Por ti tudo o que é bom se promovem!

5A. Tua face escondes e se apavoram;/ se lhes retira o ar, já se enterram;/ O teu Espírito sopra e envias/ Todas as coisas renovam na terra.
5B. Que do Senhor dure para sempre a sua glória./ Com suas obras se alegre o Senhor!/ Ele olha a terra e tudo estremece,/ Toca as montanhas, sai fogo e calor!

6A. Por toda a vida ao Senhor vou cantar,/ Por toda a vida ao meu Deus, meu louvor!/ Que meu poema lhe seja agradável,/ Minha alegria está no Senhor!
6B. Desapareçam da terra os malvados/ E gente ruim não exista jamais!/ Vem, ó minh'alma, bendize ao Senhor,/ Glória ao Deus santo e na terra haja paz.

ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO
(canto escolhido pelo grupo)
Evangelho: João 20, 19-23
Era o primeiro dia da semana. Ao anoitecer desse dia, estando fechadas as portas do lugar onde se achavam os discípulos por medo das autoridades dos judeus, Jesus entrou. Ficou no meio deles e disse: «A paz esteja com vocês.» Dizendo isso, mostrou-lhes as mãos e o lado. Então os discípulos ficaram contentes por ver o Senhor.Jesus disse de novo para eles: «A paz esteja com vocês. Assim como o Pai me enviou, eu também envio vocês.» Tendo falado isso, Jesus soprou sobre eles, dizendo: «Recebam o Espírito Santo. Os pecados daqueles que vocês perdoarem, serão perdoados. Os pecados daqueles que vocês não perdoarem, não serão perdoados.

REFLEXÃO[ii]:
(Pode se dividir os participantes em pequenos grupos. Cada grupo pode refletir sobre os pontos abaixo)

Grupo 1: Nossa fé é viva e forte? Ou é uma fé débil, vacilante que teme arriscar-se para anunciar o evangelho para as pessoas não conhecidas e distantes? Temos uma fé forte que nos permite arriscar-nos no anúncio do evangelho nas fronteiras? Somos realmente Pastoral da Juventude missionárias ou já nos acomodamos à tranquila situação, fraterna e reflexiva com que nos reunimos a cada semana em nossa comunidade, enquanto fora há muita gente em desespero e sem esperanças?
Grupo 2: Jesus está no centro de nossa comunidade? Em que se nota isso? Em nossos bairros, como nos identificam? O que nos distingue dos demais? Para as pessoas de nosso bairro, somos claramente seguidores de Jesus e portadores de sua Boa Notícia? Ou nos conhecem porque nos reunimos a cada semana e fazemos algumas boas obras? Somos, na realidade, valentemente, Igreja Profética?
Grupo 3: Vivemos ancorados na saudade de todo o bom que nossa Pastoral da Juventude fizeram quando nasceram ou no tempo da guerra da contra revolução e da Insurreição Evangélica? Estamos surdos? Ou Escutamos o clamor de tantos jovens na droga, de tantas mulheres violentadas, de tantas crianças com fome? Escutamos o clamor de tanta gente frustrada e angustiada pela situação econômica e social em que vivemos? Sabemos reconhecer quantas coisas positivas acontecem também fora da Igreja?
Grupo 4: Na realidade, somos humildes para reconhecer nossas fragilidades e nossos pecados? Atualmente, quais são nossos pecados e quais são nossas falhas mais fortes? Nos sentimos muito superiores aos demais, por exemplo, aos que não são progressistas ou aos que não conhecem nem valorizam a Teologia da Libertação? Desprezamos –quem sabe dissimuladamente- aos que seguem práticas da religiosidade popular? Reconhecemos com humildade a situação atual de nossas comunidades?
Grupo 5: Com que olhos vemos as pessoas de nossos bairros, em particular os que participam em gangues, bêbados? Com que olhos vemos as mães solteiras e aquelas que tiveram vários ‘companheiros’ e carregam uma fileira de filhos famintos e esfarrapados? Com que olhos vemos as mulheres que caíram na prostituição? Com que olhos vemos os que não veem sentido na religião, nem a vida?
(Após breve partilha dos grupos, a celebração continua).

PRECES:
(A cada invocação se canta)
“Vem, vem, vem, vem Espírito Santo de Amor! Vem a nós, traz a Igreja um novo vigor.”
1. Vem Espírito Santo. Desperta a nossa fé débil, pequena e vacilante. Ensina-nos a viver confiando no amor insondável de Deus nosso Pai a todos os Seus filhos e filhas, estejam dentro ou fora da Tua Igreja. Se se apaga esta fé em nossos corações, depressa morrerá também em nossas comunidades e igrejas.
2. Vem Espírito Santo. Faz que Jesus ocupe o centro da Sua Igreja. Que nada nem ninguém O suplante nem O obscureça. Não vivas entre nós sem atrair-nos para o Seu Evangelho e sem converter-nos para segui-lo. Que não fujamos de Sua Palavra, nem nos desviemos do Seu mandato de amor. Que não se perca no mundo a Sua memória.
3. Vem Espírito Santo. Abre os nossos ouvidos para escutar os Teus chamados, os que nos chegam hoje, desde as interrogações, sofrimentos, conflitos e contradições dos homens e mulheres dos nossos dias. Faz-nos viver abertos ao Teu poder para gerar a fé nova que necessita esta sociedade nova. Que, na Tua Igreja, vivamos mais atentos ao que nasce que ao que morre, com o coração suportado pela esperança e não minado pela nostalgia.
4. Vem Espírito Santo e purifica o coração da Tua Igreja. Coloca verdade entre nós. Ensina-nos a reconhecer os nossos pecados e limitações. Recorda-nos que somos como todos: frágeis, medíocres e pecadores. Liberta-nos da nossa arrogância e falsa segurança. Faz que aprendamos a caminhar entre os homens com mais verdade e humildade.
5. Vem Espírito Santo. Ensina-nos a olhar de forma nova a vida, o mundo e, sobretudo, as pessoas. Que aprendamos a olhar como Jesus olhava aos que sofrem, aos que choram, aos que caem, aos que vivem sós e esquecidos. Se muda o nosso olhar, mudará também o coração e o rosto da Tua Igreja. Os discípulos de Jesus, irradiaremos melhor a Sua proximidade, a Sua compreensão e solidariedade para com os mais necessitados. Iremos parecer-nos mais ao nosso Mestre e Senhor.
6.- Vem Espírito Santo. Faz de nós uma Igreja de portas abertas, coração compassivo e esperança contagiosa. Que nada nem ninguém nos distraia ou desvie do projeto de Jesus: fazer um mundo mais justo e digno, mais amável e ditoso, abrindo caminhos ao reino de Deus.
(Preces espontâneas)

PAI- NOSSO
(se for oportuno, o grupo pode cantar o “Pai-Nosso dos Mártires”).

A NOSSA SENHORA
"Maria de Pentecostes, quando a Igreja ainda era pobre e livre como o vento do Espírito.
Maria de Pentecostes, quando o fogo do Espírito era lei da Igreja nova.
Maria de Pentecostes, quando os doze só exibiam o poder do Testemunho.
Maria de Pentecostes, quando toda Igreja era boca do Ressuscitado. “Amém”
(Dom Pedro Casaldáliga)

ORAÇÃO FINAL
Deus, que instruístes os corações dos vossos fiéis, com a luz do Espírito Santo, faça que apreciemos retamente todas as coisas, segundo o mesmo Espírito, e gozemos sempre de sua consolação. Por Cristo, Senhor Nosso. AMÉM!


BENÇÃO FINAL
O Deus que derramou sobre nós o Espírito Santo de Amor nos encha de alegria e consolação, agora e para sempre. AMÉM!

SAIDEIRA
Canto: POVO NOVO
Quando o Espírito de Deus soprou, o mundo inteiro se iluminou. A esperança na terra brotou e o povo novo deu-se as mãos e caminhou...
Lutar e crer, vencer a dor, louvar ao Criador! Justiça e Paz hão de reinar e viva o amor!
Quando Jesus a terra visitou, a Boa Nova da  justiça anunciou: o cego viu, o surdo escutou e os oprimidos das correntes libertou...
Nosso poder está na união, o ,mundo novo vem de Deus e dos irmãos vamos lutando contra a divisão e preparando a festa da libertação!
Cidade e campo se transformarão, jovens unidos na esperança gritarão. A força nova
é o poder do amor, nossa fraqueza é força em Deus libertador!






[1] Produção: Mari Malheiros;Diocese de Guarapuava Paraná  nanamalheiros@hotmail.com 
Rodrigo Szymanski; Londrina (Postulante Josefino de Murialdo) rodrigoszy@hotmail.com
Editoração: Marcos Tramontim Diocese de Criciuma marcostramontin@hotmail.com 


1 Pe. Valter Goedert  Instituto Teológico de SC (Itesc) Florianópolis, http://www.pime.org.br/missaojovem
2 http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=39040 [O texto-invocação (numerado) é de José A. Pagola (Eclesalia). As perguntas são questões vitais de nossas CEBs, que colocamos para refletirmos na celebração de Pentecostes, orando e clamando para que, como os discípulos, nos inflame o fogo do Espírito Santo, nos impulsione o vento furacão que fez com que os discípulos fechados em seus medos e em suas pequenas coisinhas, nos transforme em autênticos discípulos/as missionários, como sonha Aparecida e como nós também sonhamos. CEB Nicaragua, Maio-Junho 2009]

terça-feira, 17 de maio de 2011

Texto 4 - Maria e Belém‏

BAIXE AQUI O ANEXO

Queridos e queridas,

Chega até vocês o 4º texto sobre Belém. Dessa vez, Luis e eu, discorremos breves reflexões sobre a presença da mulher pobre Maria em Belém. Junto com esse, estao os demais textos com as outras temáticas.
Aproveitem da melhor forma possível!

Estamos, também, em sintonia com a União Marista do Brasil que celebra seu ano Mariano - "Com Maria para uma nova terra". Colocando, assim, "Maria no coração da Igreja".

Forte abraço carinhoso,
Na fraternura!

Luis e Maicon

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Belém - Lugar dos pobres


Olá gente querida!
Quanta alegria na Ressurreição!
A certeza da mulher- Maria de Magdala -  faz-nos vibrar com tão grande alegria: "Eu vi o Senhor"!

A Ressurreição não pode ser entendida sem Jerusalém. Jerusalém não pode ser entendida sem Belém. Belém está vivificando nossa mística no processo de Revitalização da Pastoral Juvenil Latino-Americana nesse ano de 2011.

Segue em anexo o terceiro texto (junto com os dois primeiros...) para ser lido, rezado, silenciado junto aos valores fundamentais que essa mística produz em cada um e cada uma de nós.

Que a certeza de que o túmulo está vazio produza em nós a esperança e a força suficiente de ajudarmos na ressurreição diária de tanta juventude empobrecida!

Abraço grande,

 Luis Duarte e Maicon

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Roteiro de Encontro - Campanha contra a Violência: Violência e o Jovem do Campo

  Violência e o Jovem do Campo

Juventude, terra viva! Da mãe terra: esperança e resistência.

 Em sintonia com o tema da Semana da Cidadania 2011,o roteiro de encontro do mês de abril da Campanha Contra Violência e o Extermínio de Jovens no RS traz como eixo central a Violência e o Jovem do Campo. Trazer esta realidade para a discussão nos grupos do meio urbano e propor o tema a ser discutido nos próprios do meio rural é um passo importante para iniciar as reflexões e ações da Campanha estado a dentro.
Acesse o link http://migre.me/46OEL para baixar o roteiro, trabalhe em seu grupo e depois nos escreva contando como foi a experiência e avaliando como está o material! Envie um e-mail para juventudecontraviolencia@gmail.com ou uma carta para a sede do Comitê Local (Av Cristóvão Colombo, 149 - bairro Floresta - CEP 90560-003 - Porto Alegre - RS)

Aguardamos contatos!



FONTE: Blog da Campanha no RS: www.juventudecontraviolencia.blogspot.com



sábado, 26 de março de 2011

Subsídios Campanha contra Violência

Saudações juventude gaúcha!
É com felicidade que divulgamos o primeiro roteiro de reuniões para grupos de jovens sobre a Campanha contra a Violência e o Extermínio de Jovens no RS!
Acesse o link http://migre.me/46OEL para baixar o roteiro, trabalhe em seu grupo e depois nos escreva contando como foi a experiência e avaliando como está o material! Envie um e-mail para juventudecontraviolencia@gmail.com ou uma carta para a sede do Comitê Local (Av Cristóvão Colombo, 149 - bairro Floresta - CEP 90560-003 - Porto Alegre - RS)

Aguardamos contatos!


Calendário Grupo Juvic

O GRUPO ESTA SENDO REESTRUTURADO NOVAMENTE

TODOS OS SABADOS 19 HRS NA COMUNIDADE ATE´FIXAR OS COMPROMISSO TEREMOS UM CALENDÁRIOS DO EVENTOS



























































































































































































































































































































































































































































































































































































































































CAMPANHA DA FRATENIDADE 2011

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