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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Semana de liturgia 2011‏

BAIXE AQUI O ANEXO

Prezado amigo, prezada amiga,

Este ano estamos nos preparando intensamente para a comemoração dos 50 anos da Sacrosanctum Concilium que será em 2013.

É com alegria também que estamos celebrando os 25 anos da Semana de Liturgia.
Com certeza são 25 anos de uma caminhada intensa de formação, celebração, partilha de conhecimentos e de experiências.

Contamos com você nesta 25ª semana que será de 3 a 7 de outubro de 2011.
O tema ?Liturgia e Juventude: uma proposta de formação mistagógica? é eloquente e relevante neste momento histórico.

Participe e divulgue para os seus contatos.

Estou enviando o folder em anexo em Word e PDF.

Fraternalmente.

P/ Centro de Liturgia.

Ir. Veronice Fernandes






segunda-feira, 14 de março de 2011

MÍSTICA, ESPIRITUALIDADE E LITURGIA: Um olhar a partir da juventude‏

 

MÍSTICA, ESPIRITUALIDADE E LITURGIA:
Um olhar a partir da juventude

Espiritualidade tem a ver com a palavra “Espírito”, para nós cristãos entendido como uma maneira de se referir a Deus, no sentido da terceira Pessoa da Trindade. Há que se superar a idéia, muito fortalecida na história, de que espírito é algo que se opõe à matéria e que têm vocações radicalmente diferentes, de maneira que devem ser separados ou caminham para a separação total. Evidente que Espírito alude àquilo que não deve simplesmente ser identificado com a matéria, a “carne”. Deve ser antes entendido como aquilo que plenifica o corpo, tornando-o mais que sua materialidade.
A partir de Jesus Cristo, compreendemos melhor o sentido de espiritualidade, o que chamamos de espiritualidade cristã. O apóstolo Paulo define bem: espiritualidade é um viver segundo o Espírito (Gl 5, 16-26; Rm 8, 5-13). Viver segundo o Espírito é uma existência aberta para Deus, deixando que Ele seja referência fundamental da pessoa. Assim a espiritualidade torna-se uma opção fundamental de vida do ser humano, na qual ele abraça uma série de valores e realidades (vindas de Deus) que estão no horizonte de sua vida, sustentam-na e, sobretudo, se manifestam no dia a dia. Portanto, espiritualidade não se trata apenas de algumas “práticas espirituais”, mas sim de uma verdadeira perspectiva de vida, uma orientação última de toda existência humana, seus sonhos, atitudes, maneira de se relacionar, de administrar as coisas, de formar opiniões e assim por diante. Manifesta-se como uma maneira de viver, seja o todo da vida e a vida toda.
Viver segundo o Espírito é também, acolhendo a Palavra de Deus, tornar-se um sinal Dele no mundo, testemunhando sempre seu projeto, o Reino de Deus, a Civilização do Amor. Por isso a espiritualidade é um não conformar-se aos esquemas injustos deste mundo, mas saber discernir os projetos (Rm 12,2). Fechar-se para Deus é viver segundo a “carne”; ou seja, deixar-se levar pelos instintos egoístas que geram todo o tipo de morte. Fechar-se para Deus é deixar-se guiar somente por si mesmo, ou então pelos ídolos da televisão, do mercado e tantos outros.
Na espiritualidade cristã, a liturgia ocupa lugar importante. Ela é entendida como o grande serviço de Cristo em favor da humanidade. Desde então a ação litúrgica da comunidade cristã deve expressar, por um lado, louvor e glorificação a Deus e, por outro, a caridade e a solidariedade com os irmãos. Liturgia é fundamentalmente ação, um agir comunitário, celebrativo, através de ritos, símbolos que expressam a salvação oferecida por Deus.
A liturgia é vista, principalmente a partir do Conc. Vaticano II, como fonte e cume da ação da Igreja (SC 10). Por isso mesmo a liturgia supõe o seguimento a Jesus, a espiritualidade cristã, sendo dela, ao mesmo tempo, expressão e alimento. Neste sentido, a espiritualidade cristã é mais ampla que a liturgia, e não se pode dizer que se “faz” espiritualidade somente no exercício da liturgia.
Disso podemos dizer que a espiritualidade é o modo de viver do cristão, aberto para Deus no seguimento a Jesus Cristo. Essa espiritualidade tem de se expressar no seu dia a dia, no conjunto de sua vida, e não somente em alguns momentos previstos. A liturgia, como ação comunitária de louvor a Deus e solidariedade fraterna, deve resultar em momentos especiais de se celebrar a obra salvadora de Deus em Cristo. Deve, portanto, se constituir em momentos fortes de espiritualidade, contudo não desligados da realidade global da pessoa e da sociedade, pois tudo se constitui desafio da espiritualidade cristã, que é essencialmente encarnada.
O documento da CNBB “Evangelização da Juventude”, em seu nº 119, assim define a mística juvenil: centrada em Jesus Cristo e no seu projeto de vida; acolhedora do cotidiano como lugar privilegiado do crescimento e santificação; alegre e cheia de esperança; marcada pela experiência comunitária onde se medita a Palavra de Deus e se celebra a Eucaristia; apoiada no modelo do “sim” de Maria e na certeza de sua presença materna e auxiliadora; conduzida pelo compromisso com o Reino, traduzida no compromisso com a transformação social a partir da sensibilidade diante do sofrimento do próximo.
Isso reforça uma dupla verdade: mística sem militância (desencarnada) é vazia e não cristã; militância sem mística não se sustenta. Ambas integradas resultam na autêntica espiritualidade cristã, entendida como orientação da vida de acordo com a vontade de Deus.

Pe. Marcelo Samaroni Spézia
Descrição: C:\Pastoral PJ\PJNacionalRegional\Ro\mistica e construção\LogoMisticaConstrução_FINAL02.jpg















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Espiritualidade e mística na Pastoral da Juventude

 

Descrição: C:\Pastoral PJ\PJNacionalRegional\Ro\Logo_pj_palavras.jpgEspiritualidade e mística na Pastoral da Juventude

“... os que estão na carne não podem agradar a Deus. Vós não estais na carne, mas no Espírito, se é verdade que o Espírito de Deus habita em vós, pois quem não tem o Espírito de Cristo não pertence a Ele. Se, porém, Cristo está em vós, o corpo está morto, pelo pecado, mas o espírito é vida, pela justiça. E se o Espírito daquele que ressuscitou Cristo Jesus dentre os mortos habita em vós, aquele que ressuscitou Cristo Jesus dentre os mortos dará vida também a vossos corpos mortais, mediante o seu Espírito que habita em vós...”
(Rm 8, 8-11)

O termo espiritualidade vem do latim e quer dizer daquilo que é da alma, amor ao próximo. Muitas vezes falamos ou nos deparamos com pessoas que dizem: “Nossa, essa pessoa tem uma grande espiritualidade!”, isso quer dizer alguma coisa, tal como o próprio significado da palavra, que essa pessoa deixa transparecer sua espiritualidade.
Falar de espiritualidade na PJ não é tarefa fácil. Quantas vezes nos deparamos em nossas comunidades frases do tipo: “A PJ não reza” ou “A PJ não tem espiritualidade”.
Engana-se quem fala isso, pois a pastoral da juventude se diferencia de outras organizações e/ou movimentos. A espiritualidade dela se dá de forma vivenciada, encarnada e libertadora.
Temos como exemplo o seguimento de Jesus de Nazaré, através de sua pedagogia do ir ao encontro do povo oprimido. Dessa forma vamos ao encontro da juventude em suas diversas realidades e, em especial, na realidade dos marginalizados e oprimidos.
Algumas vezes encontramos grupos que realmente não tem clareza sobre espiritualidade seja com excesso de oração ou não deixam isto transparecer em suas atitudes e práticas. Já afirmava Dom Pedro Casaldáliga no livro “Juventude com espírito”, “jovem ou grupo de jovens que não rezam são uns trastes”, pois se torna claro que não vivenciam a pedagogia de Jesus Cristo e a metodologia da PJ. Por outro lado, temos uma realidade eclesial de forma exagerada de exercer ou vivenciar a espiritualidade. Há um apelo ao sagrado, e uma forma de espiritualidade individualista, onde o outro não tem muita importância e há a necessidade maior de satisfazer os desejos próprios, uma “espiritualidade de trocas ou pedinte”.
“O desempenho da missão evangelizadora pede, de cada um de nós, uma profunda vivencia de fé, fruto de uma experiência pessoal de encontro com a pessoa de Jesus Cristo, em seu seguimento. Nossa conversão pessoal nos possibilita impregnar com uma firme decisão missionária todas as estruturas eclesiais e todos os planos pastorais [...] de qualquer instituição da Igreja, exigindo nossa conversão pastoral, que implica escuta e fidelidade ao Espírito, impelindo-nos à missão e sensibilidade às mudanças socioculturais, animada por uma espiritualidade de comunhão e participação” (Cf. DGE, 8).
Dessa forma a PJ toma como exemplo a pedagogia de Jesus que teve seus momentos com grupos (os discípulos) e com a comunidade (Israel), o povo que era escravizado pelo Império Romano. Devemos fazer a reflexão de o que hoje qual é o império que nos escraviza? Essa dinâmica de Jesus nos provoca a colocar em prática a missão profética por um mundo novo e a construção do Reino de Deus no meio de nós.
Viver uma espiritualidade de grupo, encarnada e libertadora é um grande desafio também hoje, pois vivemos num contexto em que o individualismo e  o neoliberalismo são fortes e o/a outro/a acaba não tendo muita importância.  Até mesmo a proposta de Reino acaba sendo confundida, pois acaba se tendo a idéia de que o Reino é algo distante de nós.
Com criatividade pastoral, é importante apresentar e testemunhar Jesus Cristo dentro do contexto em que o jovem vive hoje e como resposta às suas angústias e aspirações mais profundas. “Devemos apresentar Jesus de Nazaré compartilhando a vida, as esperanças e as angústias do seu povo”. Um Jesus que caminha com o jovem, como caminhava com os discípulos de Emaús, escutando, dialogando e orientando (Cf. Doc. 85, 54).
Assim a espiritualidade da Pastoral da Juventude nos impulsiona a estar a caminho tal como a exemplo do Êxodo, quando o povo de Deus foi liberto da escravidão e caminhou pelo deserto com seus grandes desafios até sua terra.  Hoje,  também nos colocamos a caminho pela libertação da Juventude das opressões, a caminho do Reino.
A exemplo dos primeiros cristãos, descrito em Atos dos Apóstolos, usamos a metodologia dos pequenos grupos, pois facilita  partilhar a vida, a fé e estar em comunhão fraterna, a rezar e estar juntos/as na construção do Reino.
O grande modelo de seguimento é também Maria. Nela descobrimos todas as características do discipulado: a escuta amorosa e atenta (cf. Lc 1,26-38), a adesão à vontade do Pai (cf. Lc 1,38), a atitude profética (cf. Lc 1, 39-55) e a fidelidade a ponto de acompanhar seu filho até à cruz (cf. Jo 19,25-27) e continuar sua missão evangelizadora (cf. At 2). (Cf. Doc. 85, 58)
Dessa maneira a exemplo de Maria também nos colocamos a serviço, acolhendo as angústias dos/as jovens, de forma a aderir à construção do Reino numa atitude profética e missionária, defendendo a vida dos/as jovens.
A palavra mística vem do grego e quer dizer mistério, busca de comunhão com a identidade com consciência, ou seja, para os cristãos o ápice de nossa fé é a eucaristia, mistério revelado na celebração da páscoa de Jesus. Celebramos sua morte vitoriosa na ressurreição, a ceia fraterna que nos alimenta para a luta, para continuarmos seu projeto de construção do Reino.




Texto de Thiago Oliveira Rodrigues
Revisão: Ir. Cleofa Marlisa Flach, IDP








Referencias Bibliográfica

Documento 87 – Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil, 2008-2010 CNBB

Documento 85, Evangelização da Juventude. CNBB

Juventude com Espírito. Pedro Casaldáliga -  Bispo Emérito da Prelazia de São Félix do Araguaia.







sexta-feira, 11 de março de 2011

Tempo de Quaresma - Tempo de Amor: por isso Tempo de Mudanças e Ousadias (Paulo Ueti)‏

Tempo de Quaresma - Tempo de Amor: por isso Tempo de Mudanças e Ousadias (Paulo Ueti)



Oh, tu que, em silêncio, vives no fundo do coração.  
Revela-nos a tua imensa realidade,
Faze que vivamos a tua viva presença.
Tu que, em silêncio, vives no fundo do coração.

1. Introdução
Iniciar a celebração cantando uma música conhecida da comunidade que trás boas lembranças e alegria.
2. Tocando em frente
3. Ambientação e partilha
Acende-se uma vela. Providencia-se um pote com sal. Deixa-se passar pelas mãos das pessoas: a vela e o pote de sal.
a) O que gostaríamos de celebrar neste momento?
b) Que desejos temos para o presente?
c) Que desejos temos para mudanças: na vida pessoal, na comunidade, na política, na igreja...?
4. Canto
Todas as coisas são mistério.
Todas as coisas são mistério.
O que me faz viver, o que me faz te amar.
Nem sequer quando penso em você,
Não consigo explicar.
O vento que sopra na rosa,
A luz que brilha em teu olhar,
O que ferve no aqui dentro
Do peito, ao te beijar.

5. Memória Bíblica
Vamos ler Mateus, 6 dos versículos de 1 a 18.
Partilha
a) o que nos chama a atenção neste texto?
b) o que gostaríamos de dizer uns aos outros neste tempo de partilha e conversão?
6. Oração
7. Canto e partilha.
As pessoas vão compartilhando, dando umas as outras e desejando paz e esperanças para o cotidiano da vida. Isso pode ser dito sem palavras, com um grande e forte abraço, olhar, beijo.
Benção
Que a terra abra caminhos sempre à frente dos teus passos. E que o vento sopre suave aos teus ombros. Que o sol brilhe sempre cálido e fraterno no teu rosto. Que a chuva caia suave entre teus campos. E até que nos tornemos a encontrar. Deus te guarde no calor do teu abraço; e até que nos tornemos a encontrar. Deus te guarde, Deus nos guarde no carinho do beijo e do nosso abraço. Amém.

Quaresma: tempo de tomar posição/decisão - Paulo Ueti‏

Quaresma: tempo de tomar posição/decisão - Paulo Ueti


1.    Intróito:
(para meditar)

Quaresma é tempo de deserto. Quarenta dias no deserto. Quarenta dias de escuta profunda de si mesmo e do mundo. Quarenta dias de encontros e desencontros com a realidade e consigo dentro e a partir dessa realidade. São muitas realidades. São muitos encontros e desencontros. Celebramos o esforço, a sinergia de tantos/as de ir em busca da VERDADE, em busca da felicidade que ‘habita em cada um/a de nós' como o ar que respiramos... Busca de fazer acontecer o desejo político e espiritual de um mundo melhor, de gente melhor, de relações renovadas e reinventadas.

(Preparar o ambiente com caminhos diversos: de pedra, de flores, de galhos secos, de lixos, de livros, de palavras, de pés)

2.    Canto:
(repetir várias vezes até o grupo estar cantando todos/as e ir abaixando a voz até que se possa
solfejar somente a melodia)

Desça como a chuva, a Tua Palavra: que se espalhe como orvalho, como chuvisco na relva. Como aguaceiro, na grama. Amém!

3.    Invocação:

Todos/as:
Deus nosso, invocamos tua luz,
Tua direção,
Tua paz.
Protege-nos das forças do mal.
Neste tempo de conversão e novos rumos para tua Páscoa,
Transforma-nos em poetas e profetas do teu Reino.
Amém!
(Inês de França)

4.    Meditação:
  
Tua palavra é lâmpada para os meus pés, Senhor!
Lâmpada para os meus pés e luz, luz para o meu caminho! (2x)
  
Leitura 1:
Quaresma serve à espera: quarenta dias para o que há de vir, todos os anos. Provação que atesta a fé, ela é a medida do/a devoto/a. A quaresma torna visível, perceptível, uma qualidade de ser fiel que aos antigos era a regra de vida - os mais velhos lembram com pesar - e que agora é a rara exceção, cada vez mais. Quaresma é coisa do corpo não só do espírito. Na verdade é coisa de corpo, alma e espírito, para ver se a gente é capaz de fazer com que o que acreditamos e pensamos esteja em equilíbrio com o que fazemos e com o que dizemos. Serve para dizer no corpo e através do corpo para que viemos... Serve de ensaio para o que já está presente e precisa ser revelado: o Reino. E nós, como vamos praticar a caridade (compromisso político), a oração (deixar-se guiar pelo Espírito de Deus nas palavras e nos gestos) e no jejum (partilha do que temos)?

Leitura 2:

Isaías 58
(ler todo o capítulo ou escolher antes alguns trechos para partilhar na comunidade)

5.    Canto:
  
Quero cantar ao Senhor! Sempre enquanto eu viver!
Hei de provar seu amor, seu valor e seu poder!
  
(Após o canto convidar a comunidade/grupo para partilhar o que sentiram, o que ficou guardado. Terminar pedindo que as pessoas façam compromissos pelos caminhos)
  
6.    Litania de caminhos:
  
Se meu passo é errante,              - converte-me Senhor!
Se minha fé é débil                     - converte-me Senhor!
Se minha mente é estéril              - converte-me Senhor!
Se minhas mãos são rudes           - converte-me Senhor!
Se meus olhos são ferozes           - converte-me Senhor!
Se minha língua é cruel                         - converte-me Senhor!
Se minhas intenções são más                 - converte-me Senhor!
Se meu coração é fraco                        - converte-me Senhor!

(a comunidade pode continuar...)

Ao final:
Converte-me Senhor e serei o que realmente sou!

7.    Pai Nosso

Pai, que sua oração nos faça caminhar para a justiça e a solidariedade!

Pai Nosso!
Que estais nos céus!
Santificado seja Teu Nome!
Venha a nós o Teu Reino!
Seja feita a Tua Vontade!
Assim na terra como no céu!
O pão nosso de cada dia nos dá hoje!
Perdoa as nossas ofensas,
Assim como nós perdoamos a quem nos ofendeu!
Não nos deixes cair em tentação!
Mas livra-nos do ma!
Pois Teu é o Reino, o Louvor e a Glória para Sempre!

8.    Oração Final:
  
Pedimos-te, Senhor,
Converte nosso coração de pedra em coração generoso.
Transforma nosso olhar de desconfiança em olhar de esperança e militância.
Muda nossa vida solitária em vida SOLIDÁRIA!
Em nome de Jesus Cristo, na unidade do Espírito Santo. Amém!

9.    Canto Final:
(se for apropriado e houver espaço fazer uma grande ciranda para depois partilhar a comida)

Deus chama a gente pra um momento novo...

 (liturgia inspirada no livro Cultoarte/Quaresma e Páscoa- Editora Vozes)

Celebração da Água‏

Amigos e amigas,

Em anexo, enviamos uma proposta de Celebração da Água, para ser utilizada na semana do Dia Mundial da Água, 22 de março.
A contribuição é da Alzira, da CPT-SC.
                                                                         BAIXE AQUI!
Fraternalmente,
Atta.

Comissão Pastoral da Terra - SC
Rua Dep. Antônio Edu Vieira, 1524
Bairro Pantanal
Fone/Fax: (48) 3234-4766
88040-001 Florianópolis, SC, Brasil

sexta-feira, 4 de março de 2011

Liturgia para o Dia Internacional da Mulher - CONIC‏

Liturgia para o Dia Internacional da Mulher - CONIC


I - Água da Vida
Prelúdio (Instrumental)
(Processional – Neste momento, algumas mulheres caracterizadas como personagens da Bíblia poderão entrar no templo com jarros de barro com água sobre a cabeça e levá-los até o altar).
Saudação
Dirigente:
Vinde!
Aquele/a que tem sede venha,
e quem quiser receba de graça a água da vida.
(Apocalipse 22.17b)
Canto: Canto de Abertura (L.: Simei Monteiro – M.: Albete Corrêa)
/: Aqui chegando, Senhor, que poderemos te dar? :/
/: Um simples coração e uma vontade de cantar :/
/: Recebe o nosso louvor e tua paz vem nos dar :/
/: A tua graça, Senhor, melhor que a vida será :/
/: E o teu amor em nós será manancial :/
/: De água boa jorrar pra nossa sede estancar :/
II - Água que arrasta para a morte
Dirigente: Pela terra, antes fértil, hoje deserta,
Comunidade: Perdoa-nos, ó Deus, e lava-nos com a água da vida.
Dirigente: Pelas nascentes que jorravam em sua plenitude, hoje poluídas e eliminadas,
Comunidade: Perdoa-nos, ó Deus,e lava-nos com a água da vida.
Dirigente: Pela maneira irresponsável como usamos a água,
Comunidade: Perdoa-nos, ó Deus, e lava-nos com a água da vida.
Dirigente: Pelas pessoas que morrem a cada ano, por doenças relacionadas à água contaminada,
Comunidade: Perdoa-nos, ó Deus, e lava-nos com a água da vida.
Momento de silêncio
Proclamação do Perdão
Antes, corra o juízo como as águas;
e a justiça, como um ribeiro perene. (Amós 5.24)
III - Água que renova
Canto da Esperança (Edwin Mora)
Quando se abate a esperança,
Ele se achega e nos fala:
Olha tua irmã que caminha
e luta buscando um mundo melhor
Vê teu irmão enganjado que transforma
a vida com sangue e suor.
Cantemos ao nosso Deus,
Ele é o Senhor, Deus da vida.
Vai alentando a esperança
e veio a este mundo conosco lutar.
Quando se abate a esperança,
Ele se achega e nos fala:
Vai procurar tua irmã
Pra ajuntar-te a ela no esforço da paz.
E a teu irmão vai unir - te,
na luta da vida que o mundo refaz.
Quando se abate a esperança,
Ele se achega e nos fala:
Bem junto a mim continuem,
permaneçam firmes, que firme estarei.
Fiquem comigo na luta,
que força e vitória lhes concederei.
Oração de Ação de Graças
Abrimos nossas vidas e abrimos nosso agir à chuva do teu amor. Damos-te graças por chamares a todos – homens e mulheres – para participar da tua obra de renovação. Vem no poder do teu Espírito.
Faze-nos fiéis portadoras da Água da Vida!
Amém!
(Adp. Alison Morris – Celebrating Women)
IV - Ir ao poço... resgatando a nossa história
Dia Internacional da Mulher
Em 8 de março de 1857, as operárias da fábrica de tecidos Cotton de Nova York – Estados Unidos – declararam greve contra as condições subumanas de trabalho a que eram submetidas. Trabalhavam de 14 a 16 horas diárias, recebiam um ínfimo salário, as condições de salubridade eram precárias, não havia nenhuma lei que as protegesse no tempo de gravidez e de parto. Davam à luz, muitas vezes no interior da própria fábrica, adquiriam tuberculose e morriam em média aos trinta anos. Lutaram contra tudo isso pedindo uma jornada de trabalho de dez horas. Não sendo atendidas em suas reivindicações, permaneceram na fábrica. Infelizmente, o dono da fábrica, junto com a polícia, fechou as portas e ateou fogo ao edifício onde  se encontravam 129 mulheres, que morreram queimadas. A importância desta manifestação, e o seu dramático desfecho, sensibilizou pessoas em todo o mundo, mulheres e homens que lutam pelos seus direitos. Para que este fato não fosse esquecido e para que alimentasse uma luta justa e digna, foi instituído o dia 8 de março – Dia Internacional da Mulher – por iniciativa de uma mulher, Clara Zetkin, no primeiro Congresso Internacional de Mulheres realizado em 1910, na  Noruega. Vale lembrar que se encontravam nos teares, na ocasião da tragédia, fios da cor lilás. Por isso, essa cor tornou-se o símbolo da luta pelos direitos das mulheres.
V - Saciando a nossa sede
Abrindo-lhe Deus os olhos, viu ela um poço de água,...
(Gênesis 21.19)
Mensagem
Sugestão de textos bíblicos:
Gênesis 21. 8-21 (Hagar); Gênesis 24. 11-14 (Rebeca);
Gênesis 29.1-10 (Raquel); João 4 (Mulher Samaritana).
(Caso não haja pregador(a), sugerimos testemunhos de mulheres ou dramatização do texto. Sugestão para reflexão: Buscar água no poço era um serviço atribuído às mulheres. É importante verificar quantas mulheres na Bíblia são encontradas junto ao poço; portanto onde estamos buscando a água da vida?)
Rua Afonso de Freitas, 704
04006-052 - São Paulo / SP
Fone: (11) 3884.1544
Apoio:
Cátedra Otília Chaves - Instituto de Pastoral
Centro de Estudos Bíblicos - CEBI
Conselho Latino Americano de Igrejas - CLAI
Faculdade de Teologia da Igreja Metodista

Calendário Grupo Juvic

O GRUPO ESTA SENDO REESTRUTURADO NOVAMENTE

TODOS OS SABADOS 19 HRS NA COMUNIDADE ATE´FIXAR OS COMPROMISSO TEREMOS UM CALENDÁRIOS DO EVENTOS



























































































































































































































































































































































































































































































































































































































































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